o liceu rainha d. amélia & o palácio dos condes da ribeira grande

No ano 2000 era esperado que algo espectacular se passasse no mundo, mas eu só me apercebi anos mais tarde de que realmente tinha sido um ano extraordinário. Tinha entrado para a escola de que guardaria as melhores recordações de toda a minha vida escolar, que não foi calma: andei em cinco escolas diferentes, e pensava na altura que esta seria a última mudança até entrar na faculdade. Mas não foi isso que aconteceu…

No 7º ano entrei para a Escola Secundária Rainha D. Amélia, conhecida simplesmente como “o Rainha”, onde o artigo masculino é ainda uma reminiscência da antiga designação de liceu. A escola ocupava então o Palácio dos Condes da Ribeira Grande, na Junqueira.

Palácio dos Condes da Ribeira Grande - Rua da Junqueira, nº 66

O Palácio foi construído no início do século XVIII pelos marqueses de Nisa, e mantém ainda a sua fachada original, parte dos jardins, e uma capela dedicada a Nossa Senhora do Carmo. A capela, assim como algumas outras zonas do Palácio, nomeadamente uma escadaria lindíssima, estavam interditas aos alunos, umas porque eram perigosas devido ao seu estado de degradação, e outras numa tentativa de preservar o que restava de alguns frescos nas paredes, azulejaria, mobiliário, etc. No entanto, se pedíssemos com  jeitinho para visitar as zonas proibidas (e que suscitavam a maior curiosidade!), lá se abriam algumas portas para irmos dar uma vista de olhos com alguém a supervisionar.

Capela de Nª Srª do Carmo

Capela de Nª Srª do Carmo

Capela de Nª Srª do Carmo

Escadaria - pormenor

Escadaria - pormenor

Escadaria - pormenor

No edifício do antigo Palácio havia várias salas de aula das mais variadas dimensões e estados de conservação, assim como todos os serviços da escola. O “átrio do relógio” dava acesso à sala de audiovisuais, à sala de professores, à linda biblioteca, à escadaria “proibida”, a um corredor, e ainda a uma escada para a área das ciências naturais, algumas salas de aula, e uma grande sala de desenho. Era o “coração” da escola.

Átrio do Relógio

Átrio do Relógio

Biblioteca

Biblioteca

Sala de Professores

Sala de Desenho

Laboratório das Ciências Naturais

Neste edifício estava ainda a cantina (que era a antiga cavalariça) e o Conselho Directivo, os laboratórios de física e de química, a sala de geografia com o seu tecto abobadado do qual caía de vez em quando um pedaço de estuque (sempre em cima do mesmo colega!), outra sala de desenho, uma salinha da Associação de Estudantes, a papelaria, a recepção, e o bar.

Laboratório de Física

Sala de Aula

Laboratório de Química

Sala de Geografia

Sala de Geografia

Tudo isto se distribuía de forma mais ou menos aleatória pelos vários espaços do edifício, que incluíam corredores estreitíssimos e escadas de madeira que galgávamos a correr, um belo átrio renovado e outro que não era mais do que um dos antigos salões do palácio (que conduzia às escadas que por sua vez conduziam ao laboratório de química!), e passagens “secretas” que ligavam zonas que ainda hoje não consigo perceber como é que, espacialmente, podiam estar ligadas.

Porta da Cantina

Entrada da Cantina

Bufete

Bufete

Lembro-me de tantos episódios passados nestes espaços, tantas correrias e brincadeiras, de dissecarmos um rim mal-cheiroso no laboratório de ciências-naturais, de estudarmos a evolução do homem na sala G2 e do meu trabalho sobre a Grécia antiga para o qual a minha mãe me levou à Embaixada para eu pedir informações (voltei cheia de folhetos turísticos e com um livro recheado de fotografias que ainda hoje guardo). Recordo-me de estarmos a acertar equações químicas no quadro duma sala que encontrámos vazia e aberta, da electrólise do cloreto de cobre no laboratório de química, dos meus desenhos geométricos com pontos de fuga e desenhos livres de afias, borrachas e folhas de árvore. Do trabalho de Inglês sobre uma personalidade que nos inspirasse (e eu escolhi o rato Mickey!?), e da composição de Português em que tínhamos de colar uma fotografia de quando éramos (mais) pequenos no meio da folha e escrever sobre aquela época, e do trabalho sobre a A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho para o qual fomos tirar fotografias a e com polícias da esquadra de Belém! E de ir a correr pelo corredor fora e na esquina ir contra a barriga dum aluno bem mais velho que ficou sem saber de onde é que eu tinha aparecido.

Corredor

Átrio de entrada da escola

Fresco - pormenor

Zona de passagem - Salão

O pátio da escola tinha ainda, quase na sua totalidade, o pavimento original de calçada portuguesa, e consistia nos jardins do palácio. Com um canteiro circular no meio, era enorme e amplo, sem ter sequer espaços reservados para campos de jogos, como nas escolas tradicionais. Mas claro que isso não era impedimento para que todos soubéssemos quais eram as áreas, delimitadas por linhas imaginárias, reservadas a cada actividade do Recreio.

Pátio

Pátio - árvore gigante e dodecaedro

Na periferia do pátio havia três pavilhões: dois pré-fabricados com salas de aula (as “G’s” no pavilhão do fundo, onde a minha turma tinha grande parte das aulas no 7º ano, e as “P’s” no pavilhão à direita, onde estávamos sediados no 8º ano), e o grande pavilhão do ginásio.

Pátio e pavilhão do ginásio

Na altura tudo me parecia perfeito. A sala de geografia, que na verdade estava com um aspecto completamente degradado, na minha memória pincelada de magia era um grande salão lindíssimo. Onde era a biblioteca, eu via um salão onde os donos do palácio davam bailes para os seus amigos nobres. A “cantina” estava sempre a receber os cavalos dos convidados e pela “escadaria proibida” subiam as damas com os seus grandes vestidos de folhos.

No entanto, passado dois anos de lá entrar, o Ministério da Educação deliberou que a Escola Secundária Rainha D. Amélia, antigo Liceu Rainha D. Amélia, deveria agora chamar-se “Escola Secundária com 3º ciclo do Ensino Básico Rainha Dona Amélia”, e que tinha de ir habitar as instalações de outra escola com a qual se ia fundir: a Escola Secundária Ferreira Borges, umas ruas mais acima, e que era uma escola comercial construída no Estado Novo. Os dias de palácios e princesas, explorações arqueológicas e saídas à socapa à hora de almoço para ir comprar gomas, acabaram aí.

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283 thoughts on “o liceu rainha d. amélia & o palácio dos condes da ribeira grande

  1. Lenços aqui para a secretária da Rachel, por favor!
    Tu, Belinha, guarda-me este post para todo o sempre (vou fazer o download destas fotos) para, mais tarde, mostrar isto aos filhos, aos netos e até (quem sabe) aos bisnetos.
    Não me lembro bem de certas divisões, mas outras lembro-me como se fosse ontem.
    Granda Isabel que me fez recordar parte da pré-adolescência.
    Bjs

  2. Obrigada por deixar este post.
    Uma antiquíssima aluna, antiga professora e visitante permanente nos sonhos que povoam algumas noites.
    Vou tentar fazê-lo chegar ao grupo das antigas alunas – ou antiquíssimas alunas, do tempo em que o Rainha era exclusiva e ferozmente feminino.
    Isabel Santos

  3. @Raquel: grandes recordações dos nossos 12-13 anos! :) Se quiseres o original das fotografias (maiores), diz. Envio-as a quem as quiser, e até tenho mais, mas seleccionei as que usei no artigo.

    @Jules: Indeed! :)

    @Professora “Misa” Santos: uma honra tê-la por cá, e ainda mais porque é uma das professoras que mais associo (e recordo com mais saudade) a esses tempos de Rainha. :)

  4. Sou também uma “antiquíssima” aluna “do Rainha”…Adorei ver as fotos que aqui postou…Muita coisa mudou desde então,,,mas o espírito “ameliano”ainda lá está!!
    Obrigada
    Maria Isabel Ramalho

  5. Deu-me imenso prazer escrever este artigo e seleccionar as imagens, e é com muito gosto que vejo que há quem tenha gostado do resultado. :)
    Um prazer ainda maior é receber comentários simpáticos de quem por aqui passa!
    Obrigada pela visita e volte sempre!

  6. Belas fotos e fantásticas memórias. Obrigada por nos fazer relembrar tempos tão inocentes! Jamais esquecerei as nossas incursões pela igreja e pelas salas “interditas” pois representavam perigo a cabeças com bom senso , que não as nossas da altura em que nos julgavamos “verdadeiras exploradoras”… Andei lá de 74 a 79 e tenho pena de ter perdido contacto com praticamente toda a gente. Bem haja pelas boas recordações!
    Helena Assunção

  7. Fiquei muito emocionada ao ver as fotos. Frequentei o liceu nos anos de 1964 a 1969, certamente serei das alunas mais antigas que aqui escrevem.
    Muitas fotos novas para mim, outras deixaram uma nostalgia grande, direi saudades dos tempos em qua vida corria despreocupada e as colegas eram amigas.
    Um grande bem-haja pelo blog.

  8. Engraçado que andei também no RDA entre 1964 e 1969, ano em que fui viver para Angola. Adorei ver as fotos mas quando foram tiradas estava quase tudo muito restaurado e com ar muito mais moderno. Como deixaram cair um palacete daqueles???? Deve ser sina minha pois o Salvador Correia onde andei em Luanda tb está um caos. Obrigada pelas fotos!
    Manuela: de que turmas eras? Fui da turma da Elisabete Sousa, da Olga Carril, da Teresa Prista e Isabel Quêjas e da Cecília Santana de Brito, entre outras. Por acaso, lembro-me dos nomes (alguns completos ) de quase todas. Eu morava perto, na Rua Pinto Ferreira, também na Junqueira, onde hoje é a Lusíada. Beijos a todas e obrigada por me fazerem recordar bons tempos.

  9. Anabela, pode parecer impossível mas não me lembro do nome das colegas, à excepção da minha colega de carteira no 4º. ano, que foi a Maria Madalena Faro de Sousa Pimentel e nem sequer da turma.
    Mudei de casa, por duas vezes e tudo desapareceu, mas fiquei eu…
    Para mim também a grande parte das fotos eram dum liceu bastante restaurado.
    Agradeço o teu comentário ao que escrevi.
    Beijinhos
    Manuela Silva

  10. Obrigada pela visita.
    Fico feliz por partilhar as saudades do ‘Rainha’ com outras antigas alunas, só nós sabemos porque era tão especial!

  11. Adorei rever alguns dos lugares onde passei os melhores anos da minha vida. Pena só reconhecer agora. Devo também ser das mais antigas, andei lá de 65 a 71, 72. Nos dois últimos anos fui da turma de Germânicas, tenho uma foto muito engraçada da turma, um dia destes partilho com vocês.
    Obrigada, Filipa, pelo seu trabalho.

  12. Obrigada eu, pela visita!
    Era muito interessante juntar fotografias e recordações das alunas do “Rainha” ao longo da história do Liceu num blog, por exemplo. Até trabalhos feitos na altura: desenhos, composições…
    Ofereço-me para fazer a parte técnica (o blog propriamente dito, digitalizar documentos, etc.) e para contribuir com as minhas fotografias (as que estão neste artigo são apenas uma selecção das melhores) e imensas recordações. Será que há mais gente interessada em participar? :)

  13. Como foi bom ver fotos e recordar … já lá vão mais de 35 anos desde a última vez que frequentei o liceu. Saudades muitas mesmo … obrigado Filipa

  14. Estudei lá do 7º ao 11º ano e acabei agora esta espectacular viagem nostálgica pelo “meu” antigo liceu com direito a fotos do telheiro e do ginásio…lindo.Trabalho fantástico!

  15. Também eu sou uma antiga aluna, que recorda com saudade os tempos do Rainha D. Amélia. Classe de ” 70 “, mais propriamente 1976/77 , ano em que completei o meu 7º ano do liceu. Saudade das correrias e escapadelas pelos velhos corredores e salas proibidas, saudade dos professores que tão bem nos ensinaram, saudade das colegas, saudade das festas convívios aos sábados ,com os colegas dos liceu vizinho ” D. João de Castro”,, saudade dos ingénuos disparates de adolescente, saudade de um tempo que não volta mais, mas ficará para sempre guardado no baú das nossas memórias. Se por aqui passar alguém dos meus tempos, p.f. contacte-me,

    Olga Marina Rocha,

  16. Colega de liceu: tb eu andei lá mas, mtos anos antes. Entrei no Rainha em 1958, era ainda rainha D. Leonor. Ai como sou antiga!!1 Ao ver as fotos recordei a escadaria. Linda e sumptuosa. Todas nós entrávamos no liceu, virávamos á esquerda e havia um corredor enorme que ia ter á cantina (cantina e biblioteca). e aí subíamos as escadas e parávamos num adro grande onde ficava a sala dos professores. Tantas saudades! Tantas recordações. O salão que a menina fala foi a sala do meu 2º ano .Recordações que não acabam. Tempos felizes que lá vivi. Obrigada pelas fotos,pelas palavras e um abraço a todos os colegas que passaram por aquele liceu. Para a Anabela Simão eu morava pertinho de si na Tv do Giestal. Bjs

  17. Como o meu antigo colega já escreveu antes (Paulo Farrapa) também eu andei lá desde o 7º até ao 11º ano. Mas eu, já lá andava muito antes. A minha Mãe trabalhava na escola desde os 18 anos e já grávida de mim, eu passeava pelo “Raínha” :)

    Aliás, a minha Mãe ainda hoje trabalha na escola, agora localizada mais acima como aqui foi dito, onde era a antiga Escola Ferreira Borges.

    Foi bom ver e reviver o Raínha por dentro. Foi uma viagem que nos levou ao passado. Excelente reportagem esta. De minha parte, o meu obrigado. Parabéns

  18. Já agora, não referi, eu devo lá ter andado +/- entre 87 e 94, por volta disso. A grande maioria dos meus amigos de infância também por lá andaram, assim como os meus 2 primos direitos (Luis Duarte e Nuno Duarte).

    A minha ligação à escola é grande como se vê, até porque além disto e da minha Mãe lá trabalhar como referi no comentário anterior, a casa dos meus Pais dava (e continua a dar) exactamente para o pátio da escola. Na foto “Pátio – árvore gigante e dodecaedro” que aqui está, até se vê a janela da cozinha.

    Quantas vezes esperei em casa até dar o toque de entrada e até a chegar a entrar pela porta lateral da escola que dava para as salas de Química :)

  19. Olá Filipa :)

    Andei no Rainha de 1985 a 1990 :) é mesmo verdade… só quem frequentou aquela escola entende o carinho enorme que se sente por cada recanto :) Quando alguns pais hoje em dia falam da falta de condições da escola é porque nunca viram um monte de carteiras estragadas empilhadas num canto do pátio :) Mas nada disso nos incomodava. Foi quase quando eu estava de saida que começaram as obras de remodelação, ainda assisti ao átrio da escola renovado. Saudades … Bons tempos! :) Obrigada pela partilha ;)

  20. …Estou sem palavras para o que senti ao rever estas fotos e a reportagem que li… frequentei o licei de 85 a 90 :P não aproveitei as obras de remodelação mas amei andar nessa escola.
    Grandes amizades que ainda hoje tenho foram começadas debaixo do telheiro ou na escadaria para o pateo :) bons tempos….excelentes tempos!!
    Nunca conheci escola nenhuma como o Rainha, nas condições que estava e a atmosfera que se gerava pelos corredores, do misticismo das salas fechadas e das zonas proibidas…ai saudadinhas boas!!

    obrigada pela recordação. MUITO OBRIGADA!

  21. Obrigada pela visita!
    Era giro criarmos um espaço online para todas estas recordações em forma de blog, talvez?

  22. Obrigada eu!
    Também a minha mãe lá trabalha, mas não há tantos anos. O Rainha tem esta mania de se entranhar!

  23. Olá Catarina! :)

    Tal e qual, um monte de mobiliário estragado (ferrugento e potencialmente “perigoso”!) a um canto não era coisa que preocupasse ou chocasse ninguém ali. :)
    Mesmo quando lá andei houve algumas obras de recuperação de telhados (mesmo antes de o Rainha ser desalojado), os átrios da entrada e da sala de professores estavam novinhos, mas grande parte da escola estava degradada – apesar de na altura parecer apenas “antiga”, a verdade é que estava mesmo em más condições.
    E no entanto, não me importava nada de ter de voltar a passar ali o meu dia-a-dia! :)
    Obrigada pela visita!

  24. E eu estou sem palavras pelos super simpáticos comentários que tenho recebido e de todas as lembranças que já foram aqui acrescentadas por quem aqui passa. :)
    Obrigada pela visita!

  25. Simplesmente delicioso!
    Porque será que este Liceu marcou de forma tão significativa todos os alunos que o frequentaram? De facto, para além do espaço, magnífico, importa destacar também os professores e foram tantos que me marcaram: Prof. Fiens; Lúcia Forjaz; Ricardina Valério; Lina da Paz, etc., etc. e as funcionárias do Liceu e, claro, os colegas de turma.
    Bem haja por nos ter proporcionado este momento e por nos ter permitido recordar de uma “ESCOLA” tão especial.
    Ana Cristina Andrade

  26. Ainda hoje lá trabalha a prof. Lina da Paz. O prof. Fiens reformou-se mais ou menos na altura em que o Rainha foi “desalojado”, mas ainda nos acompanhou lá para cima, porque apesar da enorme perda do “nosso” palácio, a nossa Rainha sobreviveu. A prof. Ricardina reformou-se há dois ou três anos, mas ainda acorre logo que lhe pedimos ajuda. O mesmo acontece com a prof. Isabel Costa Pinto. Muitos outros professores e funcionários se reformaram entretanto, mas com a ajuda dos “resistentes” – e o contributo de muitas das pessoas que trabalhavam na Ferreira Borges – o Rainha continua.
    E muitos são os nossos actuais alunos que são primos, filhos, sobrinhos ou netos de antig@s alun@s.

  27. Olá a todos e em especial á Filipa, eu sou Maria Clara Brites uma ex-residente (da rua da Junqueira) e muito á força que de lá sai, pois como foi mencionado fomos para o edificio da escola Ferreira Borges e até hoje lá
    estou, escusado será dizer que iniciei o meu 1º. e único emprego no Rainha em 5 de Dezembro de1974, na secretaria, e como o meu filho João
    Brites aqui falou já lá casei e passeei a minha gravidez por todos os recantos desse velhinho mas tão inesquecivel Rainha.
    Já agora quero agradecer á Filipa o prazer que senti e uma enorme nostalgia em ter revisto tudo isto, obrigado e o meus parabéns e um beijinho.

  28. Filipa, muito obrigada!!!
    Que boas recordações!!!
    Tb eu fui aluna do Rainha, e a minha mãe deu lá aulas antes de eu ser aluna ;)
    Criei no FB dois grupos, um de antigos alunos e outro para organizar um jantar.
    Tenho inúmeras fotos tiradas por mim e enviadas por quem quis ir ao jantar. Foi feito, por um antigo aluno, um vídeo de compilação de algumas dessas fotos, que foi apresentado no 1º jantar.
    Beijinhos grandes por essas recordações todas
    Pat.

  29. Filipa vamos fazer o blog que sugere. Até seria engraçado reunirmos todos – as diferentes gerações que frequentaram o Rainha. Eu sei que já fizeram um almoço – a minha filha que tb foi lá aluna foi a esse almoço. Mas um encontro de gerações do Rainha seria interessante.Um bj.

  30. Bem-vinda, Maria Clara!
    Obrigada por partilhar também a sua experiência no Rainha. E que experiência, é quase a sua segunda casa!
    Fico feliz por ter gostado do artigo.
    Obrigada e um beijinho.

  31. Olá Ana Cristina!
    É bem verdade, o espaço, por muito magnífico, não era (é) o que fazia (e ainda faz) o Rainha tão especial. As pessoas eram ainda mais importantes; desde os professores às amistosas funcionárias que eram quase nossas avós, passando pelos colegas e amigos. :)
    Obrigada pela visita e pelo comentário.

  32. Andei lá mesmo nos dois últimos anos antes de passar para o edifício da Escola Secundária Ferreira Borges, mas também tive as minhas aventuras por sítios perigosos e interditos, que faziam as delícias das nossas tardes a seguir às aulas.
    Não só o ambiente da escola era óptimo como “ganhei” duas das minhas melhores amigas até hoje.
    Há um grupo grande de antigas alunas no Facebook que já proporcionou alguns reencontros, pelo que sei. E tem fotografias engraçadíssimas de várias épocas, gerações e turmas. É um bom sítio para tentar reencontrar colegas. :)
    Obrigada pela visita!

  33. Que artigo genial! Não conhecia o teu blog e vi o artigo no Facebook através da Marta Saraiva! Sou antiga aluna e o que escreves-te levou-me tão longe…que delícia! Mudou o meu dia…Posso pedir-te se me mandas as fotografias originais? mariaracf@gmail.com
    Obrigada, não imaginas como isto foi inspirador!

  34. Sou também um antogo aluno do Rainha (tanto no Palácio como na antiga Ferreira Borges) e gostei muito de ler este post, assim como de rever as salas, átrios, páteos do Rainha. Vou seguir a tendência dos últimos posts e pedir-te para me enviares as fotografias que tens, sff. Muito obrigado.

    (miguelrpires@gmail.com)

  35. Bom dia Filipa e desde já o meu muito obrigado pelo reavivar de memórias, algumas já escondidas. Andei no Rainha de 93 a 96 e jamais esquecerei os tempos que lá passei, bem como o espírito de camaradagem e amizade que existia. Agradou-me particularmente a foto da sala de Desenho onde tive a minha primeira aula no Rainha, acabadinho de vir do Colégio Militar, bem como o episódio caricato que essa mesma aula me fez protagonizar. Tendo-me sentado ao fundo da sala para passar despercebido, eis que se vira a professora Maria Luisa Cunha Rego (a melhor professora de Geometria Descritiva que já tive) e diz: “Então temos um aluno novo!” Lá se viraram todas as cabeças para trás na minha direcção! Nem me lembro se corei ou se baqueei, mas à pergunta seguinte; “Então e como é que se chama?” de um salto me pus em sentido ao lado da carteira e debitei o meu nome completo. Resultado: Gargalhada geral! Peço desculpa por este breve trecho mas olhando hoje para trás, não posso deixar de o recordar com uma saudade imensa e um carinho especial de um lugar e um tempo que não volta e de onde guardo algumas das minhas melhores recordações.
    O meu muito obrigado e bem haja.
    Eduardo Metzener “Jusko”

  36. Obrigada!
    Que bom é recordar os tempos de Liceu! Andei no Rainha do 10º ao 12º ano (92-95).
    O edificio é lindissimo e lembrou-me o quanto nos intrigava as passagens secretas!!
    Também recordo com saudade o apoio que os professores nos davam e o orgulho que tinham em nós quendo eramos bem sucecidos na provas de acesso à faculdade!

    Susana Andrade da Cruz

  37. Boa noite , não tenho palavras , andei neste liceu entre 86 e 92 , foram os melhores anos da minha vida diversão de mnhã até sair muitas vezes com as portas a fechar , estas fotos parecem ter sido vividas ontem tal são as recordações ainda tão frescas , foram de facto anos maravilhosos e ainda hoje com os amigos da altura recordamos sempre que possivel as centensa de aventuras lá passadas , conheço aquele edificio garanto que como poucos na zona das “obras ” conheci locais que poucos conheceram andavamos por cima dos tectos das salas equilibrando-nos sob os barrotes dessas estruturas , paredes falsas , passagens escondidas , enfim fora de serie , resta organizar-se um jantar de preferençia com uma visita ao nosso liceu

  38. Até veio a lágrima :’)
    Que saudades desses corredores e dessa história!
    Ainda gostei mais de ver o ‘nosso’ quadro de picasso à entrada da escola!!
    A minha turma era considerada a problemática da escola, mas o certo é que éramos todos unidos (e bem comportados). Turma de artes e oficios e passávamos o tempo todo nas catacumbas de artes (um previlégio escondido só nosso).
    Saudades da Prof. Rosa Fazenda que nos ensinou a massa de papel e cola e a ‘graande’ Stora Pietra de Design :)
    *suspiro*
    Parabéns pelo continuar das recordações!
    P.S. Já agora posso pedir-te as fotos? veraluciacardoso@sapo.pt, muito obrigada

  39. Olá Filipa,
    Obrigada por esta viagem. Andei na turma do Paulo Farrapa e guardo grandes recordações desta escola! Lembro-me muito bem da aula de geografia, do laboratório de física e de química. Agradeço-te imenso esta reportagem.

  40. Muito obrigada por me trazer de volta os melhores tempos da minha vida! Parabéns pelo excelente post: escrito com genialidade e simplicidade. Queria pedir-lhe que me enviasse as fotografias para maria-l-castro@telecom.pt.

    bjs,

    Maria de Castro

  41. Olá Filipa, em primeiro lugar os meus agradecimentos pelo carinho com que nos proporcionas-te esta fantástica visita a um passado que me trás muito boas recordações. Foi muito bom saber que as/os alunos mais novos partilham destas boas lembranças. Eu sou mais velhota pois andei no Rainha desde 1963/64 até 1969/70. Em 1963/64 era uma secção do Liceu Rainha D. Leonor. Algumas das fotos são novidade para mim, pois são já espaços restaurados. Quando lá entrei a 1ª vez, no 1ª ano, tinha aulas numa sala recondida do 1º andar, e depois do intervalo já não conseguia lá chegar, então ficava a chorar perdida. Se não for muito incómodo também gostava de ter pelo menos algumas das fotos. Mais uma vez um grande obrigada.

  42. Que emoção rever o Liceu da minha vida!Muitas das fotografias apresentam interiores bastante melhorados comparativamente aos anos da minha frequência.Que saudade!Entrei em 65.Gostaria de reencontrar uma grande amiga de entâo Ana Maria Freitas que as voltas da vida me fez perder o contacto.Obrigada Filipa por este tão bom trabalho!

  43. Muito obrigada, Nuno! Eu confesso que naquele tempo ardia de curiosidade sobre todos os cantos do Rainha e, juntamente com as minhas duas melhores amigas (que ainda hoje o são!), não descansávamos enquanto não conseguíssemos ir espreitar cada recanto…

  44. Andei no Rainha de 85/86 a 90/91, do 7º ao 12º (no final, entre o 10º e o 12º, na Standard Eléctrica), e lembro-me de todos os cantos do velhinho Palácio dos Condes da Ribeira (Grande); ou não tivesse sido criado na Tv dos Condes da Ribeira, no nº 8! Que belas recordações revivi ao deslindar este magnífico trabalho! Pena é que a fusão tenha levado o Rainha lá para cima… Mas as nossas memórias ninguém vai conseguir deslocar para lado nenhum; são nossas! Parabéns e obrigado pelo trabalho, que como alguém disse/escreveu, quero guardar para sempre!

  45. É mesmo pena, na altura tentou-se lutar contra a fusão, mas razões económicas e políticas não cedem por causa de umas vigílias nocturnas duma comunidade escolar inteira à porta da sua querida escola.
    Muito obrigada pela visita e pelo seu comentário!

  46. Mostrei este blog á minha mãe (Maria Pinto de Sousa Coutinho) que também ando neste liceu de 74 a 76. Falou-me de tantas coisas, contou histórias das salas interditas que visitara. De quanto se sentira uma exploradora. Deu para ver o quanto gostava do liceu pela forma como falava. Muito bom artigo sem duvida!

  47. Mafalda, muito obrigada pelo comentário! Quem passou por aquela escola não esquece essas pequenas coisas que tornavam o dia-a-dia tão especial… :)

  48. Oh Isabel! Que saudades, do que me foste lembrar! =) Obrigada por este momento de memórias fantástico!

  49. Olá Raquel! Que bom ver-te por aqui! :) Está tudo bem?
    Obrigada pelo comentário. E claro que gostava de ver mais fotos, vou enviar-te um email! Beijinhos!

  50. Tambem sou uma aluna do Rainha nos loucos anos setenta. Entrei para a secção do RDA (em Belem) em 74, o ano de todas as mudanças. Em 75 passei para a rua da junqueira. Foram anos loucos , RGA, Plenarios, greves, o liceu D. João de Castro, a troca de cartões, as janelas de guilhotina,a construção do pavilhão de ginástica,a sala de aula (o carro electrico), a professora de história Isaura Rocha, as viagens no electrico(o atrelado para Algés) e as colegas , as amigas……….sei lá….tantas recordações. Obrigado, foi bom visitar o passado !

  51. O TEU BLOG ESTÁ FANTÁSTICO ….e apesar de ter uma memória prodigiosa, as tuas fotos revelam um pouco de tudo o que era a nossa escola …todos os que por lá passaram foram uns previligiados pois apesar do estado de algumas salas , corredores, etc …a magia daquele espaço continua viva até aos dias de hoje nos nossos corações. Ainda hoje e saí em 1990, ainda sonho que percorro alguns dos corredores .

  52. Carla, o estado do edifício quando saí de lá era realmente já um grande problema, mas a tal “magia” fazia com que todas essas imperfeições não fossem visíveis aos nossos olhos. :)
    Obrigada!

  53. Obrigado Filipa, por tantas e tão boas fotografias que fazem viajar no tempo. Revi salas de aula. Quem lá esteve, não esquece o que lá passou!
    Obrigado.

  54. Boa noite! O meu nome é Lúcia Lalanda e andei no RDA entre 95-97. Foram 3 anos divertidíssimos e ao ver as fotos não resisti a deixar aqui o meu agradecimento por este avivar de memórias saudosas.
    Abraço Lúcia

  55. Obrigada Filipa por este post! Adorei rever o nosso liceu. Fui aluna no Rainha entre 79/84, foram os melhores tempos de estudante. Tenho 2 irmãos, a Catarina e a Maria, e um irmão, o Filipe, que também andaram no Rainha. Tenho imensas recordações boas. Se puder, gostaria que me enviasse as fotos por mail: patgcordeiro@gmail.com
    Mais uma vez parabéns pelo excelente post.

  56. Patrícia, muito obrigada pelo comentário!
    A minha irmã Luísa também lá andou mas já depois de não ser no antigo palácio. Tenho pena do que ela perdeu!
    Já enviei as fotografias.

  57. Ola, o meu nome e Maria Odete Nascimento Oliver, eu nao frequentei o Rainha, mas estou familiar com o liceu (um palacio lindo, e um crime deixa-lo cair aos bucados) Eu morava na Rua do Embaixador em Belem. Eu frequentei a Paula Vicente e a Ferreira Borges (65-68). Eu tinha amigas que frequentaram o Rainha.
    Eu sinto imensa tristeza quando vejo a nossa linda Architetura Portuguesa em ruina. Eu vivo na Canada ha ja 41 anos, e como o Canada e muito mais novo (150 e tal anos), nao tem a historia que Portugal tem, nem os monumentos, os palacios, os castelos, por isso faz apreciar mais a Architetura Portuguesa. Que saudades.
    Muito obrigada pelas memorias. Thank you so much for making me remember my own school years in Portugal.
    P.S: desculpe se encontrar erros.

  58. Que magnifica reportagem fotográfica. Parabéns!
    Eu não conheci o D Amélia em tão bom estado, eu estava lá no dia do tremor de terra de 28 de Fevereiro de 1969, nessa altura havia aulas que se assistiam de guarda chuva… mas não é por isso que deixo de ficar triste de ver um palácio como aquele a ruir.
    Se alguém se lembrar do dia que referi e se lembrar de mim terei todo o gosto em ter noticias.
    Uma vez mais parabéns pelas imagens e por este momento.
    Isabel Maria Joaquim

  59. Assistir a aulas de guarda chuva! A sério? :)
    Bom, quando lá andei, em certas salas de vez em quando chovia, mas era pedaços de estuque do tecto.
    Muito obrigada pela visita!

  60. Á mãe da Filipa e á própria Filipa os meus mais sinceros agradecimentos por me permitirem fazer esta viagem tão cheia de boas recordações e envoltas num orgulho profundo de quem “era do Rainha”!!!

    Deixo o meu mail porque adoraria ter as fotos: sarapamp@gmail.com

    Quanto aos professores adorei ter notícias da prof Lina Paz, da prof. Ricardina Valério… Adoraria saber da prof. Eduarda Raposo de geometria descritiva, da prof. Fernanda Durão de Fisica/quimica, da prof. Luisa Rothes de bilogia, da prof. Teresa Garcia de Matemática, … Houve tantas, marcantes, cheias de brio, presença e tanto Saber! Tenho as melhores memórias possíveis. Relembro com especial carinho a prof Rosa Fazenda que foi determinante na minha vida, na forma como me ensinou a olhar e a sentir para poder desenhar.
    Há pouco tempo encontrei também a prof Cristina Viçoso de português… Foi emocionante!
    A professora de Francês Isabel Santos … Que memórias das leituras em voz alta com paragens súbitas para identificar o tempo e modo verbal…

    Para além da professoras é impossível não recordar a menina Vera e a menina Isabel da biblioteca que tinha também uma irmã que estava no ginásio… Havia também uma sempre muito “safada” e com uma sentido de humor sarcastico, que eu adorava mas que a maioria não lhe tinha grande simpatia que estava nas salas de biologia da zona nova.

    Adorei adorei, adorei!!!
    Fui aluna de 1990-1995
    Ao Rainha devo muitos agradecimentos, e a si Filipa um muito obrigada!

  61. Foi com muito agrado que revi o meu antigo Liceu. Andei no RDA de 1981 a 1987 e guardo muitas recordações daquela escola. Ficava muito agradecido se me pudesse enviar as fotos que tivessse.
    Muito obrigado.
    amaraleir@sapo.pt

  62. Grandes recordações do nosso querido Rainha! Andei lá entre 93 e 97, grandes anos!

  63. Espetacular comentário “do Rainha”!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ;)
    adorei, este reavivar de memórias, tantas e tão boas que lá vivi, em 6 anos de liceu…andei lá até 98! E adorei!!!
    Também gostava de guardar as fotografias! ;)
    matilde.krohn@gmail.com
    Obrigada!!!

  64. Obrigada Filipa!
    A minha ligação ao “Rainha” vem de longe…Comecei por fazer lá os meus exames do 2º e 5ºano dos liceus, anos 50/60 (eu frequentava um colégio, as “Oblatas” ) em salas com as paredes cobertas de pinturas, pássaros,flores e laços…Mais tarde, a 9 de Outubro de 1973 a Sr.º Reitora Marieta dos Remédios aceitou me como professora e assim iniciei a minha carreira no ensino oficial…. Foram 4 anos magnificos.Primeiro fui para secção da rua da Creche. Eramos um grupo pequeno e eu dava aulas no sótão, onde batia com a cabeça no tecto que era esconço. Aí tive os meus 1ºs pózinhos de espirrar, cobras no livro de ponto..e cravos azuis!!!(a minha alcunha era “baleia azul”) lembro me que tinha uma aluna que cantava muito bem o fado, Ai tive a minha primeira reunião de “aviso” relativamente à PIDE…No ano seguinte fui dar aulas para a sede,onde vivi o “25 de Abril” ,greves,reuniões,enfim grandes mudanças…à entrada e saída do prof. Hermano Saraiva…à entrada do 1º prof. Homem (que era um borracho)e que criou um pandemónio entre alunas e professoras…
    Aí também consegui criar um estúdio de fotografia com a ajuda da prof.ª Isabel Leonor (a minha Delegada), nas velhas cozinhas, que estavam fechadas. No primeiro dia em que revelei fotografias fiquei tão entusiasmada que quando dei por mim eram 10h.da noite e estava fechada no liceu.Os meus pais não sabiam de mim (não havia telemóveis),por sorte …havia jogo no ginásio…e a funcionária da portaria achou que eu era um fantasma!…No ano seguinte chegaram as alunas “retornadas” e eu lembro me de ter uma turma a que chamávamos o “Império Colonial” porque tinhamos alunas de todas as ex colónias, até de Timor, que formavam um grupo fechado, mas de quem eu nunca mais esqueci os seus desenhos, assim como as cores fortes angulanas e moçambicanas…Também fiquei fechada numa sala do sotão com uma turma e tive de desmanchar a fechadura com o meu canivete para podermos sair.E,em Março(11?) assisti ao voo razante da força aérea sobre o tejo,nos degraus da enfrada, pela frincha do portão principal,ao lado da prof.ªMatilde, depois de termos evacuado a escola em poucas horas. Acho que se fez “História” naquela escola,naquela época.Já agora eu era (sou?) professora de “desenho”. No ano seguinte houve uma nova reforma do ensino (o Unificado) e nós, as mais novas fomos enviadas para a “Josefa” onde eramos conhecidas pelas “Amélias”…, onde os alunos eram maioritáriamente do casal ventoso…Foi outra grande aventura! Dali segui para o D.João de Castro,Torres Vedras, Caldas da Rainha,S. Martinho do Porto,Magistério e Pólo da ESEde Leiria das C.Rainha, e agora, aposentada de regresso a Lisboa!!!!
    Há algumas fotos que não reconheço…Passo poucas vezes por lá …É mais um dos ataques ao Património Nacional e a prova da falta de Cultura de QUEM nos governa.O que mais me entristece é que é o próprio “Ministério da Educação” que dá este exemplo….
    Obrigada!

  65. Fotografias enviadas! ;)
    Obrigada Matilde. Cada pessoa que me dá aqui o seu feedback faz-me muito feliz por ter posto por escrito (algumas) das recordações que guardo do “nosso liceu”! :)

  66. Obrigada eu, Conceição! Que testemunho tão vívido e cheio de aventuras, adorei! :)
    Continuo a achar que todas as nossas memórias reunidas davam um livrinho muito engraçado. Mas tudo o que já se partilhou aqui é já bem valioso. :)

  67. Olá Filipa,
    que grande alegria me deu com a sua reportagem.
    Com o relato da Prof. Conceição Marques pareceu-me ter voltado quase 40 anos atrás. Era aluna do inesquecível RDA, que tantas coisas boas me ensinou. Entrei para o Liceu no ano lectivo de 71/72. Também andei na rua da creche durante um ano. Saí em 78.
    Passei os melhores anos de estudante naquele maravilhoso lugar, rodeada de pessoas maravilhosas.
    Naquele tempo era só liceu feminino.
    Lembro-me da M. Maria, da Verinha, da Drª Mariete e das Prof. Conceição Ruas, Rosário Ferro, Isalita, Graciete Nascimento e de outras que não recordo o nome.
    Tínhamos uma equipa de Voleibol feminino cuja treinadora era a Madalena Canha e posteriormente a Concha. Era uma equipa “temível”.
    Era um liceu onde todos se respeitavam e tínhamos um espírito de corpo inegualável.
    Obrigada por me fazerem recordar estes maravilhosos tempos.

  68. “que grande alegria me deu com a sua reportagem”

    Que enorme prazer ler estas coisas, obrigada! Parece-me que esse espírito ainda se manteve, em parte, durante bastante tempo. :)
    Muito obrigada pelo comentário!

  69. Belas recordações. Obrigado pela lindíssima narrativa com que descreve o nosso saudoso Rainha. Andei lá de 1991 até 1997, do 8º ao 12º, e já na altura se falava nos corredores, como um segredo horrível que não se queria verdade, que talvez fechassem o Rainha, talvez o transformassem em museu, ou talvez não. Assim ao abandono dá-me uma tristeza grande passar lá à porta (o que acontece com muita frequência). Bem-haja!

  70. Olá Rute!
    Quando esse segredo horrível finalmente deixou de ser sussurrado pelos corredores para passar a constar de todas as conversas e em circulares, continuávamos a achar que não podia ser verdade.
    Obrigada pelo comentário!

  71. Filipa,
    Muito obrigada pelas fotos, epla excelente visita guida – muito bem informada – e pela simpatia com que vai recebendo estes comentários, que mostram bem como todos os que passaram pelo Rainha estão de alguma forma ligados. É comovente e traz uma saudade boa… Estive lá de 84 a 89, e ,ao ler as pessoas recordadas, não pude deixar de parar nostálgica em alguns nomes: a D. Isabel, a presença amiga e constante, de que me lembro ao longo de todos aqueles anos; a doçura da Prof. Isabel Leonor, de Desenho, assim como a Prof. Rosa Fazenda; o profissionalismo da Prof. Ricardina Valério, que fico contente por saber que continua a passar pela escola; a Prof. Renée Pequito, de Francês, a Prof. Alice Lázaro – a culpada de eu ter ido para História -, que às vezes ainda vejo na biblioteca nacional ; z Prof. Isabel Sousa e Silva, de Latim; a Prof. Julieta, de Inglês; a Prof. Raquel e a saudosa Prof. Helena, de Educação Física; enfim, a Prof. Susana Lemos, de Português, que adoraria voltar a encontrar e que nos passou tanta coisa boa, para além de um gosto atento, rigoroso, mas também muito arejado pela literatura; e tantos outros.
    Ainda tentei ver se reconhecia algum colega por aqui, mas não. O engraçado é que acabei por encontrar o meu irmão, o Miguel Pires, que andou por lá uma boa década a seguir a mim.
    Um abraço “ameliano” e parabéns!

  72. Olá Filipa
    Obrigada por esta bela reportagem que me trouxe gratas lembranças. Já sou “velhota”, nasci em 45 e entrei para o RDL de 1956 que frequentei até ao 7 ºano. As imagens que me são dado ver é de um RDL já restaurado e aparentemente embelezado. No meu tempo tinha algumas salas com chuva,tectos com cogumelos e ratinhos aqui ou ali.Mas tudo era bom para o nosso imaginário. residi na Trav Conda da Ribeira até à cerca de 8 anos quando me mudei para S. Pedro do Estoril. Ainda hoje com frequência almoço ou janto no restaurante ao lado o Campinas sempre que tenho assuntos em Lx. realmente faz dó ver aquele “monumento” fechado a cadeado sem destino ùtil e à mercê dos ratos. Obrigada por me ter permitido estas lembranças.

  73. Silvana, obrigada pelo comentário!
    Ainda conheci algumas das pessoas que refere, e inclusive lembro-me do Miguel, que ainda foi meu contemporâneo. :)

  74. Olá Filipa,
    Fico muito grato por este passeio dentro desse palácio que eu me habituei a amar porque todos os dias ou lhe dizia bom dia ou boa tarde ou boa noite, pois que morei durante muitos anos na Trav.Conde da Ribeira e em todos os natais íamos (a família, que era numerosa) assistir à missa do galo nessa linda capela!!!!
    Eu ainda sou mais velho que a Maria José e somos grandes amigos…..

  75. Olá José,
    Obrigada eu pela passagem pelo AAlfacinha e pelo comentário! Já não cheguei a ver nenhuma celebração na capela do palácio, mas pelo menos tive a oportunidade de a ir espreitar com a cumplicidade de uma das contínuas.
    Aliás, persuadir as funcionárias a mostrar-nos as partes fechadas do palácio era um dos meus passatempos preferidos, e de mais duas amigas. As funcionárias eram super queridas e acabavam por nos deixar dar uma olhadela, sempre com medo que nos enfiássemos por um buraco do soalho abaixo!

  76. Olhem! Eu andei neste liceu entre 1953 e 1960, chamava-se Liceu Rainha d.Leonor…. estas páginas trouxeram-me lágrimas de imensa saudade e tantíssimas recordações.
    Mas lágrimas verdadeiras foram-me provocadas pelo estado do Liceu quando há semanas passei por lá….
    No «meu tempo» era o Dona Leonor

  77. Filipa
    Será possível localizar-me o endereço electronico do “José” que me comentou e diz ser mais velho e meu amigo. Gostaria de o contactar. Obrigada e um beijinho.
    O meu endereço: mariajosechaleira@gmail.com

  78. Bem-hajas, Filipa, pelo tesouro que criaste. Trouxe-me memorias lindas. Fui aluna no liceu quando ainda se chamava Liceu Rainha D. Leonor, de 1957 a 1964. Hoje vivo nos Estados Unidos (Richardson, um suburbio de Dallas, Texas), mas vou a Portugal todos os anos passar o mes de Junho com familiares e amigos pois tenho um apartamento em Vilamoura, Algarve. Sei bem o privilegio que tive de passar sete anos num edificio tao unico com excelente professoras e amigas formidaveis. Ainda nos encontramos num jantar de reuniao cada vez que estou em Portugal.

    Maria Isabel Lopes Garcia
    Pagina pessoal: http://people.smu.edu/marisabel/

  79. Obrigada Filipa pelo excelente trabalho sobre o nosso liceu. Entrei para o Rainha D. Leonor em 1957 e saí em 1964. Nunca esqueci os maravilhosos anos que lá passei! Com frequencia relembro certas histórias e partidas em que colaborei, bem como as explorações pelos vários espaços que nos eram proibidos e que nos despertavam uma enorme curiosidade.

    Fui da mesma turma da Isabel Garcia. Ela era uma ótima aluna, sempre do quadro de honra e, por isso, era também a nossa chefe de turma. Isabel será que te lembras de mim?
    Até breve
    Carmen Sanmarful

  80. Deve ser giro ir mantendo o contacto com os antigos colegas, ainda por cima vindo de longe! Muito obrigada pela sua mensagem. :)

  81. Liceu….segunda casa….não conheci uma unica pessoa má no rainha ao longo dos 6 anos q lá andei, suspeito q o palacio tivesse um efeito mágico sobre as pessoas e só permitisse o lado bom :)
    Grandes e bons amigos…daqueles q duram….recordações bonitas !
    Curiosamente, e passados quase 20 anos vim viver mesmo aqui ao lado, a vida dá voltas :)
    Pelo que soube o ano passado existe um projecto para restaurar o palacio e respectivos jardins e transformar tudo num hotel de luxo….agrada me a ideia !
    Como tiraste as fotos ??

  82. Que prazer ler este artigo. Eu andei la quando era chamado o Liceu Rainha Dona Leonor… Passei la momentos maravilhosos da minha vida de estudante, e quase todos esses momentos estao relacionados com exploracoes “ilegais” a areas do palacio em que o acesso aos alunos estava proibido. Apesar de muitos mais anos de estudo em varios lugares do mundo, incluindo alguns nos USA, nenhuma estrutura tem comparacao com o Palacio dos Condes da Ribeira Grande em Lisboa! Bom trabalho… Obrigada!

  83. Andei no Liceu Rainha D. Leonor de 1954 até 1961, A Festa de Finalistas do meu ano coincidiu com o encerramento do Liceu, que veio a dar o nome ao liceu novo construído em Alvalade. Nós, como últimas alunas do Liceu R.D. Leonor fomos convidadas para a cerimónia de inauguração do novo liceu e receber os novos alunos. Claro, que a única coisa comum aos dois liceus era o nome, pois o liceu novo em nada se podia comparar ao nosso querido velho liceu.Depois de algumas obras de restauração abriu pouco depois com o nome de Liceu Rainha D. Amélia, para corresponder às necessidades da População da Junqueira.

    Fiz amizades para toda a vida e adquiri valores que me têm orientado toda a vida. As nossas professoras fizeram da sua profissão a vocação das suas vidas! .Fiquei feliz por reviver convosco o liceu
    da nossa adolescência! Muito obrigada!

  84. Obrigada eu! :) Sei como é triste ver o nosso velho Liceu fechar, e ver o edifício fechado, a degradar-se, ainda faz mais pena.:( Ao menos enquanto lá estava uma escola iam sendo feitas algumas obras de reparação.

  85. olá Filipa o meu nome é M Teresa Moita e tomei hoje conhecimento do seu blog através da Carmen Sanmarful,com quem mantenho contacto até hoje bem como com a M José Chaleira,entrei para o Rainha em 1960,último ano em que se chamou D Leonor,e gostei muito de rever o nosso querido liceu que foi tão especial para todos os que por lá passaram.Obrigada

  86. Muito obrigada, Teresa, pela visita e pelo comentário! :)
    Os amigos que se fizeram naquela casa nunca se esquecem!

  87. ola filipa, encontrei hoje por acaso as tuas fotos do nosso Rainha dona leonor, á alumas foto que nao me rocordo bem mas lembro-me de muitas salas com o estuque a cair, das escadas probibidas, do p´tio aonde se jogava ao mata e muita outras coisas….. eu entrei para o RDL em 1963 a turma era a 6. e estive lá ate 71. Há alguem quse lembre da Tareca ?

    onde posso encontrar no facebook o grupo da antigas alunas do dona Leonor/dona amelia?

    Até á proxima!

  88. Teresa Teixeira,
    no facebook é só pôr ” antigas alunas do rainha d amélia” e encontras logo

  89. Olá Teresa Teixeira,
    Obrigada pela visita. Quanto à página do Facebook não sei, não utilizo, mas a Mª Teresa Moita já respondeu à questão, obrigada. :)

  90. Obrigada Filipa pelo excelente trabalho fotográfico! Parabéns!
    Sou uma antiga aluna da década 1960. Entrei.ainda para o liceu Rainha D. Leonor e saí já como aluna do liceu Rainha D. Amélia. Recordo as professoras, profissionais que contribuiram para a minha formação académica e moral.Naquela época tudo era no feminino, nada no masculino! Era interdito.Naquele palácio, senti-me bem. Não importava o frio, a chuva a cair nas salas de aula ou o calor.Estávamos ali para aprender e sonhar.Havia locais proibidos que suscitavam a nossa curiosidade e aguçavam a nossa imaginação! Que histórias guardadas
    naquele local mágico? Revivi a minha passagem por lá, desde a minha pré-adolescência até ao início da minha juventude. Não podemos deixar cair aquele. palácio! É um património a defender.,

  91. Filipa,

    Espectacular, de facto cada fotografia evocava uma série de boas memórias. também posso dizer que dos melhores anos que passei foram no Rainha e fizeram de mim melhor pessoa (de certeza).
    Estive no Rainha do 7.º ao 12.º ano, de 92 a 98. vou partilhar este post com a malta do meu tempo. A prova de que o Rainha era diferente dos outros liceus é que a grande maioria dos meus amigos ainda são desse tempo.
    Obrigado pelo seu excelente post.

    antonio

  92. Cara Filipa,
    É uma feliz coincidência estar a ler o livro: Eu, Amélia, Última Rainha de Portugal e ao pesquisar mais assuntos no Google acerca deste assunto encontrar este seu blog. Fui aluna do RDA de 1974 a 1979 e recordo-me perfeitamente das fotos publicadas (as mais antigas, pois já não assisti às remodelações feitas). Assisti à construção do novo pavilhão de ginástica e ainda me lembro das aulas no velhinho ginásio onde havia no vestiário um piano que nós martelávamos até à exaustão e até nos mandarem calar… Tive uma turma excecional (Ana Pais Rodrigues – da qual sou madrinha de casamento e vice-versa, Maria João Froes Pinto (Leta), Lucília, Lurdes, Celeste Pedro, Fernanda, Maria João Rocha, Helena, Alice, Helena Aço, Cristina Pires, Fátima Veríssimo, Aldina, Isabel Cavaco, Maria José (de Angola), Raquel, Sília (Silinha amor-perfeito, que cantava o Fado), Lurdes (brasileira que fazia a melhor Maria Mole que já comi), Anabela, Angelina (Nini) e que me desculpem as que esqueci (os 50 anos já não perdoam!).
    Lembro-me do posto médico à entrada, da papelaria, dos labirintos para chegarmos ao páteo, das escadas de madeira que rangiam a cada degrau que pisávamos, das aulas de primeiros socorros que eram numa sala em frente ao refeitório, das batas azul claras (sem bata era falta pela certa!), da sala de convívio onde fazíamos torneios de ping-pong e a Tita Froes Pinto ganhava sempre, da Biblioteca (com teto e painéis lindíssimos), da colega que caiu pela claraboia mesmo em frente à sala dos professores.
    Lembro-me do fantástico professor de Educação Musical que levava rosas p/ as alunas mais bem comportadas, da professora de Físico-química que usava peruca, do professor de Filosofia (que era lindo de morrer e o malvado sabia!), da professora de Ginástica que cantava no Coro da Gulbenkian, das professoras gémeas, da professora de Português que nós tão injustamente chamávamos de “Pinta Careca”, da professora de Desenho (Baleia Azul), da professora de Religião e Moral, dos enxovais para bebés que fazíamos para famílias carenciadas, nas aulas de Trabalhos Manuais … e tanto, tanto que estou a recordar agora (e a lágrima a cair).
    Lembram-se da padaria ao lado do Liceu que vendia as melhores “Línguas da Sogra” do Mundo?
    Na foto da Porta da Cantina, do lado esquerdo por cima da jarra das hortenses, está um quadro enorme que é o desenho do Páteo do Liceu com as alunas, em relevo, vestidas com as batas azuis – batas essas que são a réplica perfeita em costura do modelo que usávamos…
    Recordo com muita saudade o significado da Amizade e do Respeito entre colegas que havia na altura e agora não há.
    Quando passo na R. da Junqueira fico tão triste com a degradação do NOSSO QUERIDO LICEU, que até os Marqueses de Nisa devem andar aos gritos no túmulo…

    Bem-haja Filipa pelo fantástico momento que estas fotos me (nos) trouxeram e como não pode deixar de ser dou razão à Rainha Dona Maria Amélia Luísa Helena de Orleães que disse no fim da sua longa Vida: Recordações nunca, mas… Lembranças sempre…

    Obrigada,
    Isabel Bairreira Pinto

  93. “Lembram-se da padaria ao lado do Liceu que vendia as melhores “Línguas da Sogra” do Mundo?”
    Ai eu lembro-me! Quando lá andei ainda era tradição, depois do almoço, escapar ao olho vigilante do Sr. Guedes para ir comprar “Línguas da Sogra” na padaria e gomas na “Loja das Gomas” que era uma pequena papelaria que fazia mais vendas de gomas do que de outra coisa.

    “Na foto da Porta da Cantina, do lado esquerdo por cima da jarra das hortenses, está um quadro enorme que é o desenho do Páteo do Liceu com as alunas, em relevo, vestidas com as batas azuis – batas essas que são a réplica perfeita em costura do modelo que usávamos…”
    Sim, passei horas a olhar para esse quadro! :) A minha professora de Português, a prof. Isabel Santos, que foi das primeiras “comentadoras” deste artigo, foi uma das alunas que no seu tempo contribuiu com uma madeixa de cabelo para fazer o cabelinho de uma das bonecas.
    O quadro ainda está intacto, na Escola Rainha Dona Amélia no Alto de Santo Amaro.

    Obrigada pela visita e pelo comentário! :)

  94. Muitos parabéns à autora:
    Permitam-me algumas palavras,Não nasci em Portugal! quando cá cheguei(1975) não sabia muito bem como lidar com os portugueses naturais do continente. Entrei tarde para U. Nova, e em 1986, com 28 anos fui dar aulas para o Rainha, sem estágio! dois anos depois voltei para ficar efectiva e fazer a profissionalização. Devo tudo o que aprendi como professora e muito como pessoa ao Rainha. Se fiquei a gostar de dar aulas, devo aos alunos do Rainha que tão bem me trataram, mesmo como professora inexperiente. . Foram também, as nossas queridas funcionárias, que delicadamente nos ajudavam na retaguarda , com muita paciência a cumprir as burocracias e como mediadoras nos aconselhavam – ei-las: A Isabelinha , a Deolinda, as Emílliaa, a Vera a quem tratavamos por Meninas.E as da secrataria Clara, a LUcinda.
    Foi no Rainha que tive as minhas melhores amigas, entre as colegas, que ultrapassaram as paredes e a quem deixo toda a minha gratidão por me terem aceite como amiga e ajudado em momentos menos bons: a Isabel Santos, a Fernanda Carvalho, e com eterna saudade a Helena Oliveira e a Teresa Garcia. e tantas outras que me trataram tão bem que tanto me apoiaram no no meu ano de estágio com 117 sim 117!!! aulas assitidas pela Senhora Judite Redinha. A Luisa Cunha Rego, a Eduarda CÂmara Pires, o Deodato, o Bento, o Carlos, a Ana Pietra, a Isilda, a Lurdes, A Rosa Fazenda, A MArgarida Carvalho, a Fernanda MOta, a Fernanda Conde , a Filipa Barreto, tantas outras professoras da velha e nova guarda. Queridos alunos, sabem do que mais me recordo comparado com hoje?As reuniões de notas: as discussões acesas no sentido de não sermos injustos. A preocupação que todos tinhamos em fazermos bem as médias por causa da universidade. Ainda me lembro de umas celebres reuniões de 6 e 7 horas. Tempos fantásticos como professora. A gestão da Drº Conceição Rua centrada no aluno e no ensino rigoroso e atento. Recordo um pequeno episódio: “Recepção aos novos professores, sala 8º A, carteiras antigas, tampo inclinado. Comentário de um de nós – novinho em folha – nestas carteiras? com é que me posso sentar? As pernas não cabem!!! Professora Conceição Ru, depois de um pequeno silêncio, em voz grave e baixa “Não cabem? As vossas só hoje, dos alunos todo o ano e têm de se portar bem, não é verdade? ” Foi uma aula!!!!
    Tenho dito muitas vezes, se me tornei uma professora razoável, foi porque tive muitos bons alunos. Aproveito este blog, para vos dizer a vós alunos: Muito Obrigada. Reafirmo aquilo que muitas vezes afirmo: A Escola não é só dos Alunos, é de todos os que nela vivem o seu dia de trabalho: os que trabalham- aprendendo, os que trabalham-ensinando, os que trabalham-gerindo e articulando e por último uma palavras aos Pais, porque nos confiaram os filhos, no seu projecto de educação e construção. desculpem um texto tão longo, não volta a acontecer……..mas sempre falei muito!!!!!!!! Estou pronta para o jantar e prometo que falo pouco….mas hhsitórias! EParabéns Filipa!!!!

  95. Cristina,
    Eu é que agradeço o seu comentário e as recordações do Rainha que nos trouxe!
    Um beijinho e volte sempre!

  96. Cristina Viçoso!? Espectáculo! Olá!
    Depois do facebook (embora insista em não colocar fotografia) encontramo-nos aqui, uma página que graças à Filipa está um verdadeiro monumento ao liceu.
    A “stôra” Cristina Viçoso aturou muitas trapalhices minhas sem me hostilizar e/ou traumatizar (hehehe!), relembro a capacidade de gerir personalidades muito diferentes de alunos com diferentes aproveitamentos, fazendo-o com um objectivo muito definido: nós.
    Soube unir-nos como turma ao longo de muitos anos – embora fora da porta as uniões pudessem ser outras. o resultado é que hoje quando nos revemos, fazemo-lo como amigos. um exemplo dessa gestão foi a história da “lamela partida” (lembra-se?).
    Não despiciendo, o facto de – no meio de tudo isso e do mundo que nessa altura andava a galope – nos ter ensinado Português.
    Beijinhos e se faz favor ponha uma chapa no facebook que nós temos saudades de a ver (e à falta de melhor, venha a rede social).

    p.s. – Conceição Rua rules! tive a sorte de ser seu aluno e ainda hoje uso uma das suas máximas: “se vale a pena fazer uma coisa, vale ainda mais a pena fazê-la bem feita”.

  97. Que saudades!!! Andei no Rainha de 91 a 95 e ainda apanhei a capela aberta, com missas nas ultimas sextas de cada mês, organizadas pelo Fchi, com o padre João Seabra! Os pormenores do post estão um máximo! Onde arranjou as fotos? Fantásticas!

  98. Que máximo! Também é o meu lema!!! Também fui aluna dela! Numa altura em que ela era directora e só tinha uma turma, a nossa! E chamáva-nos os “meus meninos”. Saudades…

  99. Cara Filipa,
    Obrigada por este post sobre o liceu RDA no seu blog. Há muito tempo que procurava algo mais que as notícias do fecho e/ou projecto de hotel para o nosso liceu. Que tristeza sinto quando passo pela junqueira! Tentei inúmeras vezes seguir mentalmente os corredores, os átrios e os salões do palácio e algumas das suas fotos relembram-me esses espaços. Como muitos colegas já aqui o disseram as boas recordações são imensas. Fui aluna do RDA de 77 (o último ano em que admitiram só raparigas) a 81 e como a maioria dos alunos passei muitas horas em explorações às escondidas. No 8º ano tive aulas numa sala pequena junto à porta que dava para o pátio, nos outros anos tive aulas no palácio, uma das salas a dos frescos dos flamingos! Durante esses quatro anos fui sempre da turma 1ª (normalmente mantínhamos a mesma turma). Tive professoras de “peso” do liceu, Judite Redinha, Renée Pequito, Piedade e Cândida Baptista (as célebres gémeas, :)), Edite Tadeu, Mª José Antunes (Miss Piggy). Espero que estas indicações possam ajudar a encontrar antigas colegas! Espero sinceramente que leve avante o blog das recordações das alunas do “Rainha”. Gostaria ainda de poder receber estas e outras fotos que a Filipa possa disponibilizar. Obrigada por esta emocionante partilha. Laura Pereira.

  100. Adorei andar neste liceu, no entanto algumas fotografias p.e. o átrio dos professores, a cantina já não tem muito haver com o aspecto que tinha no meu tempo…Eu entrei no Rainha em 73/74, ainda na secção da Junqueira e apenas, em 74/75 é que fui para a sede…Bons, muito bons foram estes tempos…A nossa equipa de andebol, o nosso treinador o Pimentel tinha uma “pachorra” para nós, a minha professora (engraçado como não lembro de muitas…) de Português: Ana Maria Viegas ensinou-me a dizer 13…A “Dentes” (professora de biologia) apanhou-me a cabular num teste…As festas nas salas de convívio, as mesas de ping-pong, as “descobertas” no palácio, etc…, tanto que uma colega, a Zaida, esteve muito tempo em coma porque caiu pela clarabóia do átrio de relógio…Enfim belos tempos!

  101. Olá Filipa,

    Para início de conversa deixe-me agradecer-lhe por esta sua iniciativa! Gostei! A sede é este edíficio que as suas fotografias mostram…, a secção da Junqueira (onde eu entrei) é que era no nº 305 da rua da Junqueira (estive a ver no google para ver o nº…), logo a seguir ao museu dos coches….

    Link:
    http://maps.google.com/?ll=38.697445,-9.196013&spn=0.001442,0.00284&t=m&z=19&layer=c&cbll=38.697444,-9.196526&panoid=-VwjaO6WZo2j3XFbDmSjzA&cbp=12,131.01,,0,-3.23

  102. Isabel,

    Ao ler as suas recordações relembrei muitas lembranças dos meus tempos de adolescência. Também entrei em 73/74 e sai em 77/78. No 1º ano (73/74) andava eu na secção da Junqueira e, após o 25 de Abril reivindicámos o “fim de semana inglês”, pois não queríamos aulas ao sábado, todas nós sentadas na rua com as batas azuis claras a gritar…! Posteriormente, já no meu último ano e na sede (já com aulas ao sábado) lembro-me do professor de Educação Musical o qual deixou de dar-nos aulas (por minha culpa…) ao sábado de manhã, e assim ficámos com um furo a seguir a 2 horas de Educação Física. Aproveitávamos este furo para ir comprar línguas da sogra à padaria ao lado do liceu, para irmos para o café fumar (achavámos já muito adultas…)…
    Gostaria de lembrar-me dos nomes das minhas colegas, mas apenas lembro os 1os nomes da maioria (as do meu último ano): Úrsula, Manuela, Madalena, Luisa Jardim…
    Lembro-me ainda de um grande professor de Matemática do 5º ano (o actual 9º ano de escolaridade) que, todas as suas alunas, mesmo as que não gostavam da disciplina passaram a gostar…

    Temos de agradecer à Filipa a oportunidade de revisitar as nossas memórias! Muito Obrigada!

    O meu contacto, para quem quiser, é: helenambelo@gmail.com

  103. Que saudades tive ao recordar o liceu onde andei do 7º ao 12º ano (sai em 89), alguns dos professores foram referências para toda a vida, o Prof. Fiens, por ex. que costumava encontar logo no eléctico às 8 da manhã e ao lado do qual seguia muitas vezes em amena cavaqueira até ao liceu ( a esposa dele já tinha sido minha prof. de Português no 5º e 6º ano em Algés), e outros que já foram referidos.
    As fotos estão espectaculares, será que pode enviar para o meu email?
    Obrigada por estas boas recordações.

  104. Olá Cláudia! Ainda cheguei a conhecer o prof. Fiens! :)
    Vou enviar já as fotografias.
    Muito obrigada pelo comentário, e espero que volte mais vezes!

  105. Valha-me Deus: já estou farta de chorar… Ver tantas fotos e ler estes comentários fez-me recuar no tempo de uma forma tão boa!! Obrigada Filipa. Cada nome de professor(a) aqui referido faz-me soar campainhas:
    Prof. Fiens, a Prof. Isabel Leonor (ternura proporcionalmente inversa ao seu tamanho…), Professor de Matemática António Igreja, Fernanda Carvalho de História de Artes, o professor de música que só tocava piano para nós cantarmos, as colegas mais velhas a fumar ás escondidas atrás do pavilhão, o Sr. pouco simpático da secretaria e as grandes queridas do refeitório com os rissóis de camarão. Tb me lembro das linguas da padaria,
    e de outras tantas coisas que estariamos aqui até amanhã…
    Acho que fui da turma desta Isabel Barreira Pinto… pelo menos tive uma na minha turma entre 77 e 82.
    Como é que posso “falar” com ela para confirmar? É que ela lembra-se de quase tudo e adorava recuperar estas memórias.

    Obrigada Filipa! (já agora, também quero estas e outras fotos, se puder ser: figueiredo.belinha@gmail.com).
    Vou enviar este link à minha irmã, Regina Figueiredo, que foi finalista (7º ano equivalente ao 11º) em 1976 e foi numa viagem memorável a Londres!!!
    Abraços para todos(as) os ex alunos do Rainha!

  106. foi muito bom ter visto estas fotos, tambem andei neste liceu no ano 1994
    muito bom mesmo, brigada Filipa por estas imagens

  107. Que felicidade tao grande senti ao deparar- me com todas estas fotos de tempos inesquecíveis passados nesse velho Liceu. Passei aí sete anos da minha vida de 64 a 71. Recordo-me da disciplina ferrea a que estavamos sujeitas, mas que contribuiu para a nossa boa educaçao. Quero aproveitar para homenagear as excelentes professoras que tive, especialmente a inesquecível Professora Elvira de francês que jamais esquecerei. Bem haja

  108. Professora, que saudades suas e do seu Marido, verdadeiras inspirações na minha adolescência. Um mto obrigado aos 2 e um mega parabéns para a Filipa por este post.
    O que revivi, e o sinto por aquelas paredes não tem comparação com nada. Adorava conseguir passear por lá outra vez.
    Tiago falcão

  109. Bem, então eu sou uma antiguidade!!! Andei 5 anos no anterior liceu Rainha D. Leonor de 1948 a 1953… Ainda andávamos todas com batinha azul, de modelos diferentes conforme o ano em que nos encontrávamos e com bolinhas bordadas no cinto que nos identificavam com a turma! Muito ao estilo do Big Eye que nos espiava por todo o lado! Nesse aspecto, e também de certas professoras que tinham mentalidades tacanhas, não foram anos de muita felicidade , que eram compensados com a natural alegria dos verdes anos e das amizades que nasceram e ainda algumas perduram até hoje. Há muitos anos atrás houve uma colega de nome Tomásia que conseguiu de maneira incrível reunir antigas alunas,passados mais de 30 anos, em vários almoços que foram espectaculares e muito divertidos! Quem és tu? Ahhh… Já estou a ver! Estás na mesma! Ou não… Pena que essa colega morreu e se perdeu o rasto de muitas. Mas do núcleo de meninas de Algés, ainda ficaram contactos e vemo-nos e almoçamos frequentemente. Mais tarde ,duas filhas e um filho, também frequentaram o liceu, na altura já D, Amélia ,e as filhas pertenceram à equipa de volei treinada pela professora Concha a partir de 73. E falando em volei, foi ainda na minha época que se formou a primeira equipa pela mão da soutora Brígida. Foi bom recordar e partilhar aqui estas recordações. Obrigada.

  110. Muito obrigada eu! :) É sempre com prazer que recebo pessoas aqui no blog que recordam o Liceu através deste artigo! :)

  111. Bom dia a todas e todos RAINHAS

    A grande história de vida de uma grande escola faz-se destas pequeninas historias de vida. Lanço um desafio à Filipa, porque não tentar lançar um livro sobre o Rainha Dona Amélia, com fotografias do passado, – passado e do passado recente, através da recolha destes testemunhos de antigos e actuais alunos e professores e funcionários????
    conte comigo. e já agora agradecia que me mandasse para o meu mail as fotografias. cristinamotavicoso@gmail.com

  112. Filipa bem haja.!
    O meu último Ano no Rainha foi em 1975, já lá vão uns aninhos. Espero que não se importe se eu colocar alguns conteúdos daquilo que li, numa página que abri no facebook deste Liceu maravilhoso onde passei lá grandes momentos e onde fui feliz. As minhas grandes amigas mesmo perdidas com o tempo foram feitas neste liceu. Ainda era só de raparigas. Se opinar algo em contrário por favor envie um email para: fernandapratas1@hotmail.com
    Parabéns pela sua iniciativa.

  113. Olá Fernanda! Não me oponho de forma alguma à utilização da informação ou à divulgação do conteúdo deste artigo.
    Obrigada! :)
    Filipa

  114. É verdade o prof. Albertino Fiens, um professor dedicado, como gostava de ter aulas com ele. Conseguia incutir-nos no espírito a sensibilidade e o gosto pela Literatura Portuguesa. Adorava revê-lo.

    Virgínia Rebelo Gonzaga

  115. Olá Filipa , há relativamente pouco tempo estive a trocar memorias com uma aluna e ainda uma grande amiga. Ela tem memórias muito pormenorizadas deste magnifico liceu.. Até comentei “vamos passar por lá?????” Mas penso que nem deixam entrar… . Quando li alguns destes comentários revi-me neles… Era efectivamente sonhar… Lembro-me de me aventurar pelos tais corredores proibidos… fui para o liceu em 1975 ou 76, não sei precisar bem, altura em que cheguei a Portugal. E era onde me sentia bem..não saia de lá… De manhã ia aos treinos de ginástica… fotografia… metia-me em tudo o que me fizesse estar naquele local. Almoçava na cantina e da parte de tarde tinha aulas. Quando cheguei a Portugal senti-me deslocada… e foi neste liceu que encontrei algum equilíbrio. Lembro-me muito bem das línguas da sogra… Obrigada pela fotos, é mesmo emocionante.

  116. Cara Filipa, encontrei agora este blog e montes de pessoas que foram do meu ano e do meu tempo no Rainha. Obrigada por isto, pela recordação e pelas fotografias optimas… Saudades e lagrimas das coisas fabulosas que fizeram eternamente parte da minha vida enquanto aluna! Se és do tempo do Miguel Pires és do meu tb! hahaha. Por favor, envia me as fotografias para francisca.lobatodafonseca@gmail.com.

  117. Olá Francisca, lembro-me de ti no Rainha, sim senhora! :) Sou uns três ou quatro anos mais nova, mas na altura parecia que conhecia toda a gente.
    Já enviei as fotografias.
    Obrigada pela visita! :)

  118. Ola!!! foi por mero acaso que resolvi ver se encontrava alguma informação sobre a Madalena Canha e a nossa equipa de volei do Rainha…bingo ….. eis que vejo estes comentários sobre o meu /nosso LICEU…que saudades … que momentos inesqueciveis… tenho foto e com a Madalena Canha.Tambem fui jogar no Benfica ….graças a esta professora.Entrei para o liceu em1960 com 10 anos…e ainda hoje tenho contacto com ele…a minha irmã é lá professora.Há menos de um mês revi o painel que representava o pátio do liceu que estava na sala de convivio dos alunos e
    agora ocupa a sala de reuniões da Direção na sua nova morada(antiga escola Ferreira Borges).Obrigada por me fazerem lembrar belos tempos. O meu nome é Marina Monteiro Palma e fui aluna da primeira turma de Economia que abriu no Rainha.

  119. Obrigado Cristina
    ter lembranças faz parte da vida e relembrá-las também.Hoje fez-me
    mt bem esta viagem…
    Gostaria de receber as fotos pode ser? Obrigada

  120. Espetacular !!!! Falta a foto da sala 17 (a da porta côncava, a cair aos bocados que tem janelas para a Junqueira. Esta sala ficava na parte velha, e tinha uma imitação de uma Vénus de Milo. Era onde eu tinha as aulas de Português com a prof. Cândida Batista. Classe 1993-95, Secundário). Foi neste tempo em que houve o célebro erro na Prova de Geometria descritiva, e mais tarde andaram a distribuir 2 valores aos alunos de Matemática e Física salvo erro. Alguns alunos tiveram na pauta 22! Obrigado pelo post, grandes tempos, os de estudante :))))))

    Se puderes enviar estas fotos, e mais que possas ter para o meu e-mail, ficava muito agradecido (paulojcribeiro@gmail.com)

  121. Obrigada pela visita e pelo comentrio! Da sala 17 no tenho nenhuma fotografia, mas lembro-me muito bem dessa porta! :(

  122. Cara Maria, também entrei nessa época (outra velhota!!!) e, para mim, que o frequentei até ao 5º ano (fiz o 6º e 7º no D.João de Castro pois era de germânicas e o liceu só tinha alínea F nesses 2 últimos anos), o Rainha
    D.Leonor será sempre o meu liceu de referência… Abraço.
    Maria João Pampulim

  123. Maria João Pampulim, eu sou a Carmen Sanmarful e finalmente encontrei alguém que foi da minha turma. Fomos colegas no 4º ano, lembras-te?

  124. Olá, Carmen
    Que bom teres contactado…
    Como foi o teu percurso? Eu, depois de 5 anos num Banco e após ter terminado o curso, fui para o ensino…Casei,divorciei-me, tenho 2 filhos. Estive a lecionar em Macau e, felizmente, já estou reformada.
    Tens contacto com alguma das nossas colegas desse tempo?
    Dá notícias.
    Abraço
    MJoão

  125. Olá, Isabel
    Sabes quem eu sou?! Pois é, a prima do Vasco Pampulim. Lembro-me bem de ti e hoje recebi também um comentário da Carmen Sanmarful em que falava também de ti !!!
    Como me emociono com o recordar desses bons e velhos tempos, do nosso velhinho Rainha e de todos os anos (eu até ao 5º) que lá passámos…
    Que saudades!!!
    O Vasco falava muito de ti… Continuam a manter a vossa amizade?
    Um abraço

  126. Maria João, não imaginas como fiquei contente por me teres respondido. Eu fiz Veterinária, depois de uma passagem por Económicas. Casei, não tive filhos e fiquei viúva há quase 6 anos. Também já estou reformada e vivo em Lisboa. E tu onde vives? Até breve

  127. Bom dia, Carmen
    Pois também vivo em Lisboa, mais propriamente junto a Linda-a-Velha.
    Que tal contactatarmos diretamente pelo mail (mjpampulim@gmail.com)?
    Poderíamos combinar um encontro assim que o tempo melhorar…
    Enviei um comentário para a Isabel Garcia (ela foi colega de um meu primo direito e mantiveram esse contacto mesmo depois de ela ir para os States).
    Espero notícias tuas.
    Abraço

  128. Olá boa tarde Filipa
    Chamo-me Cristina e sou do Norte, da invicta, mas frequentei a saudosa Escola Rainha D. Amélia em 1986/1987 – 9º ano de escolaridade. A professora de Francês – uma querida e quase tão novinha quanto nós – chamava-me a “portô”. Foi muito bom voltar a ver a minha escola embora estivesse bem mais degradada à data e a sala de desenho era numa sala diferente – onde supostamente havia uma pia de baptismo -. Conheci grandes amigos que nunca mais vi pois voltei à terra natal. Lembro-me que para acedermos às salas de aula e ao “bufet” – que era muito pequenino – tinhamos de passar – – a correr literalmente – por uma ante-camera cheia de frescos degradados e que tinha o tecto a cair – constantemente. Foi bom recordar esses tempos de loucura e os meus amigos – quase todos escuteiros ou guias – designadamente o Rui Calado que nunca mais vi.
    Um bem-haja a todos e, mais uma vez, obrigada Filipa.

  129. Obrigado por nos fazeres recordar tempos bons. Eu andei no RDA no início dos anos 80, talvez no segundo ano em que foi misto, eramos poucos rapazes, uns 20 no máximo.
    Dos comentadores, o nome da Silvana e do Rui dizem-me alguma coisa, não sei se serão quem penso ou não.
    O professor Albertino Fiens, goza do que resta dos cortes na sua reforma numa aldeia perto de Coimbra, onde também vive a filha mais velha e nossa antiga colega a Leonor (foi da minha turma). Alguém o está a tentar convencer a ter um endereço de e-mail, vamos ver, assim saiba que tenha sido criado e divulgo para todos. Ele foi o responsável por parte do caminho que acabei percorrendo, ele e uma grande senhora, também professora de português, Maria do Carmo Branco de quem nunca mais soube nada, aos dois bem-hajam.
    Igual para ti Filipa.

  130. Ana Maria 2013/03/25

    Olá Filipa
    Obrigada pelo seu trabalho maravilhoso,fez-me recordar a minha adolescencia passada nesse maravilhoso do nosso Rainha,sou uma antiga aluna do 1973/1980.Foi com emoção saudade e alguma nostalgia que me vez recordar as minhas colegas, professores e funcionárias.
    vivi o período após o 25 de Abril com as R G. A. e assisti aos movimentos estundantis do nosso Liceu. Tive bons professores ao longo destes anos ainda me lembro de alguns.. Maria Isabel Trindade Guerreiro, (Port.) , Maria Eugénia Sampaio ( PORT. Franc), Maria Graça Freitas (Hist.) Maria Graça Ferreira (Mat.) Judite Pombo (CFQ) Isilda(Geog.) prof. Musica que oferecia bombons ás alunas bem comportadas José Garrido Ana Maria (Geog.) Fátima Banha entre outros.Obrigada mais uma vez pelo seu trabalho , tive colegas como Cristina Abecassis(kiki), Fernanda (Nni), ,Leta,,. Gostaria se fosse possível se me enviasses as fotografias espectaculares do nosso Rainha para o meu Gmail (dudotagmail.com).
    Obrigada pela tua atenção

  131. Olá Filipa
    Fiquei contente por alguém me fazer relembrar os anos em que fui aluna no “Rainha” de 1972 a 1977. O ultimo ano em que foi uma escola feminina.
    Foi com emoção que vi espaços que conheci e alguns novos, pena que hoje se encontre ao abandono.
    No comentário da Ana Maria que passou por lá ao mesmo tempo que eu revi nomes que conheço a profª Judite Pombo foi minha professora, a profª Fátima Banha trasferiu-se para a Escola Secundária de Miraflores onde estou desde o ano letivo 87/88.
    E também o de algumas alunas.
    Obrigada por este espaço.

  132. Boa tarde a todos,

    Tantas recordações me trouxeram estas fotos e o texto. Eu sou do tempo em que entrei como Liceu e acabei no 12º como Escola Secundária e fiz o 10º, 11º e 12º anos no edifício da antiga General Electric que foi adquirida pelo liceu no ano de 1986, hoje Orquestra Metropolitana de Lisboa ao lado da antiga FIL.
    O nosso “Rainha” era um dos melhores liceus de Lisboa, que o diga a minha média final de curso no Instituto Superior Técnico.

    Bem aja a todos os antigos colegas !!!

    Guilherme Jesus

  133. Boa noite a todos!

    Entrei no Liceu no ano de 69/70 e só frequentei 2 anos (os antigos 6º e 7º ano), mas recordei imensos espaços, com estas fotos. Foram os melhores anos da minha vida de estudante do liceu. Tive excelentes professoras – Isabel Borrego de Ciências Naturais, Luísa Pinho de Matemática, Clélia Simões de Geografia, que me marcaram imenso. Também me lembro muito bem da professora Madalena Canha, que não foi minha professora mas era treinadora das atividades desportivas extraescolares. No meu tempo a reitora ainda era a prof. Marieta dos Remédios, muito compreensiva e considerada das reitoras mais progressistas de Lisboa. A minha sala era a sala do fogão, não sei se ainda existia, à época. Belos banhos de sol que lá tomámos nos intervalos! O pátio está na mesma, embora na altura me parecesse maior. É claro que há espaços que estão diferentes mas, no essencial, estão lá todas as memórias. Que saudades. Obrigada pela recordações que suscitaram! Cumprimentos a todos os ex. alunos e professores.

    Leonor Carvalho, hoje professora de Geografia

  134. eu fui aluna nos anos 80, da melhor memória da minha adolescência, amei os 5 anos de “Rainha”, estas fotos mostram alguns locais familiares mas a parte do átrio e do relógio já é diferente do meu tempo, o buffete também, no meu tempo er do lado esquerdo da biblioteca, na entrada que ali havia para o pátio, no meu tempo tínhamos as “Marias” a controlar os alunos no pátio e terreiro, a capela era aberta uma vez por ano, par a única missa rezada, no caminho para essa capela havia um elevador de alimentos, que vinha de baixo, copa, para cima, que deveriam ser as salas, nesse, fez-se muita porcaria, esconderam-se mochilas, cadernos, malas, tanta coisa, era lindo, dava-se à manivela, as paredes dessas salas era pintadas ou forradas a seda, não estavam a uso dos alunos, que palácio maravilhoso, com tantas histórias, fechado, a cair, passo todas as semanas e perco-me a sonhar e a relembrar desses tempos fantásticos, dos professores maravilhosos, de todos e tudo, como eu gostava de poder reabrir aquele local

  135. Olá André, fui da tua turma. Hoje encontrei esta página por acaso e também adorei ver estas imagens. Senti-me bastante nostalgica. Há una anos encontrei, na rua o André Martins ( Megas), não sei se te lembras dele, e foi uma sensação “bueda” estranha. De repente tinha outra vez 15 anos!

  136. Filipa, adorei encontrar este blog! Andei na Rainha do 7º ao 12º ano, sai no ano de 1991/92. Foi mesmo emocionante ver estas fotos e todos estes comentários sobre professores de que me lembro muito bem e também reconheci alguns nomes de antigos colegas. Realmente o “Rainha” era um lugar muito especial e que só cá lá andou consegue entender. Bem haja pelo teu trabalho. Fiquei curiosa de saber como conseguiste estas fotos.

  137. Verifico, com satisfação, que existe pelo menos uma pessoa, Maria Chagas, que ainda se lembra que aquele estabelecimento de ensino feminino chamava-se Liceu D. Leonor, isto até meados da década de 1960/70. Eu, nessa altura, era aluno do Liceu de D. João de Castro e por vezes, nos intervalos maiores a meio das manhãs, deslocava-me com um ou outro colega a uma rua perpendicular à travessa conde da Ribeira, também no alto de Sto Amaro, num local de onde avistávamos as raparigas do então Liceu D. Leonor, que se encontravam também em intervalo, no pátio.
    Depois, passou a ser designado por Liceu D. Amélia, até ao momento em que, por força absurda do igualitarismo, ocorreu a extinção dos liceus, em 1974, com a revolução de Abril. O ensino secundário passou a ser leccionado em escolas secundárias, com graus de exigência muito inferiores aos dos liceus.

  138. Olá João Ferreira! Penso que não leu todos os comentários dete belo blogue. Eu mesma entrei para o liceu Raínha Dona Leonor, em 1957. Aconselho-o a ler vários “posts” em março de 2012. Mais tarde também frequentei o D João de Castro, fiz a alínea e), e acabei por fazer ainda a f).

  139. Querida Colega! Muito obrigada pelo seu texto e fotografias no nosso tão amado Liceu. Dele guardo as melhores recordações! Colegas maravilhosas com quem mantenho contacto e amizade ao fim de 35 anos e de professoras duma riqueza profissional e humana inigualáveis. Muito, muito obrigada!

    Filomena, anos 1973-1978 no Rainha!

  140. Como é bom sentir SAUDADE …de pessoas, de lugares, de vivências,porque a saudade é o amor que perpassa o tempo e que resiste ao seu atrito!…
    A nossa grande afinidade, de todos os que fomos alunas/os do Liceu Raínha D. Amélia,é a fase de vida em que fomos cúmplices deste espaço,
    em anos sucessivos… Professores que foram mestres para a vida; colegas
    que se tornaram amigos ,de décadas e de todas as horas!…
    Parabéns Filipa , pela sua admirável iniciativa.
    Afinal… Coração só com o Coração se entende!…

    Maria Fernanda Patrício ; Anos 1973-1978 / Liceu Raínha D.Amélia

  141. Olá Filipa, obrigada por este momento de partilha de recordações fortes para todos os ex-alunos do Rainha Dona Amélia! O texto está admirável, tocou-nos a todos seja qual for a idade e época em que andámos neste Liceu/Escola.
    Eu entrei para o Rainha em 1973, para a “Secção” da Rua da Creche, onde fiz o 1º ano do Curso geral (actual 7º). No ano seguinte fui para a “Sede”, o Palácio dos Condes da Ribeira Grande na Junqueira, e o meu 2º ano do Curso geral (actual 8º) foi todo passado na sala dos frescos que aparece na fotografia acima.
    Toda a magia do Palácio, das escadas proibidas e dos recantos escondidos povoava a nossa imaginação e fazia-nos sentir especiais por andar naquele Liceu.
    A “escadaria” onde as últimas gerações de alunos não podia passar era o poiso fixo, em todos os intervalos, do nosso grupo de amigas, que ainda o são passados estes 40 anos. Sentávamo-nos num canto das escadas a conversar e ninguém mais podia ocupar aqueles degraus que eram só nossos!
    A minha mãe foi professora de Matemática no Liceu durante cerca de 25 anos (Iolanda Lima), e dos meus 5 irmãos 4 também lá andaram, e também lá fizeram amigos para a vida e até namoros que deram em casamento!
    Um grande beijinho para todas/os colegas do espírito Rainha Dona Amélia!

    Ana Nogueira Simões

    PS-Já agora, se não for pedir muito, também gostava de ter as fotografias…

  142. Também andei nesse liceu mas há tantos anos, entre 1952 e 1956. Era então um palácio degradado, chovia dentro das salas e as ratazanas passeavam à vontade como bichinhos de estimação . O liceu era apenas feminino e os rapazes do D. João de Castro estavam impedidos se apanhar o elétrico na nossa paragem. A biblioteca estava fechada à chave e só podia ser consultada pelas professoras para as alunas não estragarem os livros…
    Gostei de ver como é agora pois parte da minha vida está também ligada àquelas paredes… A reportagem fotográfica está excelente e permitiu-me conhecer locais onde, no meu tempo, era absolutamente impossível entrar.
    Um abraço da
    Luísa Ducla Soares

  143. Fiquei contente em saber de alguém que andou no liceu “na minha época”. Entrei em 1957 mas, a minha irmã (Isabel Sanmarful) foi sua contemporanea.

  144. Eu entrei para o Liceu Rainh D. Leonor em 1953… Tal como disse a minha irma, Carmen Sanmarful, fomos contemporarias…

  145. Olá Filipa.
    Aqui fica quem sou e ao que venho.
    Chamo-me Mário Figueiredo, e resolvi bater ao ferrolho porque ‘O Rainha’ tb me diz muito: nos idos de 63 (do século passado, imagine-se!), tínhamos então 13 anitos, iniciei um namorico, com aquela que ainda é, felizmente – há 48 anos! – minha mulher. E, muitas horas passei plantado, junto às arvores, frente o portão, à espera da sacratissíma hora do toque da saída…
    Anos depois, os nossos dois filhos também lá andaram. Mas uma outra razão para

    Mas

  146. Desculpas, devo ter-me alongado demasiado.
    Vamos ao que interessa e em linguagem telegráfica: a outra razão é que estou a tentar fazer uma biografia sobre a vida e a obra do ‘morador’ mais importante do Palácio, D. João da Câmara que lá nasceu e morreu. Portanto, Filipa, venho também felicitá-la pelo seu blog e pedir-lhe também o favor de me ceder as suas excelentes fotos e pedir-lhe licença para as publicar, se este projecto do livro for bem sucedido. D. João, para além da obra notável foi uma

  147. uma personalidade riquissíma e de uma generosidade extrema.
    Prazer em ‘conhecê-la’, Filipa!
    Tudo de bom para si. Beijinho

  148. Mário, vou responder por email mais ao fim do dia, sim? Desde já, muito obrigada pela visita e pelo comentário.

  149. Com muitas lágrimas de alegria, só posso agradecer-te por este momento.
    Estive no Rainha do 7º ao 12º, de 1991 a 1997, não tenho palavras! Não esqueci um único recanto.
    Muito, muito e muito obrigado por este momento!
    Podes enviar-me também as fotografias? O meu e-mail é soniaff@hotmail.com
    Reconhecer estas coisas boas e pessoas únicas que o nosso país teve e tem, é fundamental nestes tempos difíceis :)

  150. Olá Filipa!
    Não se esqueceu de mim, verdade?
    Posso pedir-lhe o favor de me responder por email?
    Obrigado. bjnho.
    Mário

  151. Como gostei de ver o meu primeiro liceu, embora já muito diferente daquilo que guardo na memória desde 1961 /62. Era nesse tempo uma sucursal do Rainha D. Leonor e tornou-se “independente” em 63/64, se não estou em erro. Lembro-me das nossas batas, género bibe de folhinhos, onde o ano e a turma se distinguiam por bolinhas bordadas no cinto, a cores diferentes. O clima que lá se vivia era, de facto, diferente de todos os outros liceus, dadas as características daquele edifício, cheio de recantos proibidos,galerias escuras,salas mistério…Tudo nos aguçava a imaginação e lembro-me de chegarmos a levar velas e lanternas para explorar,às escondidas, aquelas passagens secretas, tipo as Aventuras dos Cinco que devorávamos na biblioteca. Claro que logo fomos descobertas e, convenientemente, “reprimendadas”! Que saudades, meu Deus!
    No 4º ano fui para o D. Leonor, mas a marca daquelas paredes antigas, daquelas pedras seculares não me abandonou nunca.
    Ah!!!ainda conservo uma marca no joelho esquerdo, dum trambolhão no pátio, a jogar ao mata.
    Obrigada por este momento e por esta lágrima teimosa. A vida levou-me até lá, na idade de estudar, mas trouxe-me de volta ao meu lugar, no norte, mais norte de Portugal,obrigando-me a deixar esses pedaços de mim, tão longe.
    Hoje senti que não deixei ,apenas, também trouxe !
    E a todos os que partilharam este ambiente mágico que, pelo que constato, não diferiu muito aos longo dos anos, apesar das alterações que foi sofrendo, muitos beijinhos e muitas felicidades.

  152. Filipa,
    Há muito que tento saber como voltar àquela casa de que guardo tantas saudades.
    E imagine que só lá estive dois anos.
    Mas a magia daquele lugar é muito grande.
    Não guardo memórias de nomes, guardo sim dos espaços, (escadas proibidas, refeitório, do ginásio onde treinávamos para o 10 de Junho, dos jogos do “mata” no pátio, de uma medalha que ganhei e ainda guardo, do hall de entrada, da minha sala de aula, dos laboratórios.
    Infelizmente não tenho presente o nome de ninguém, mas sei que tive uma professora de Canto Coral de que me recordo.
    Vivi muitos anos fora de Portugal e por força da profissão do pai, quase todos os anos mudava de liceu.
    Sou Elisabete Pimentel (Beta), e fui aluna do Liceu Raínha Dona Leonor entre 1962 e 1964 (guardo uma capa de caderno com o nome do liceu)
    É de facto um lugar mágico.
    Estou-lhe grata pelo trabalho e iniciativa.

  153. Olá Elisabete! Também só lá estive dois anos, os dois últimos antes da escola mudar de instalações. Mas foi o suficiente para nunca mais esquecer.
    Obrigada pela visita!

  154. Olá Elisabete! Eu entrei para o liceu em 1957 e saí em 1964. Pelo nome não me lembro de si, Quando lá esteve, que anos frequentou? Eu sou Carmen Sanmarful

  155. Que espectáculo!!!! E que nostalgia ao mesmo tempo:(.
    Lembro-me tão bem do laboratório de Ciências Naturais – com a Julieta Neves, não era?!!! E do pátio, do ginásio!! Outras quase que nem me lembro, mas se olhar para as fotografias mais tempo vou voltar a entrar por aquela porta e viver os anos fantásticos que estive neste liceu. Era lindo!!!!!
    Obrigada !!!!!!!

  156. É isso mesmo: um misto de alegria por adorar voltar a ver tudo isto e ao mesmo tempo uma saudade que é difícil explicar por palavras. Andei lá do 3o ao 7o ano e foram 5 anos inesquecíveis! Era um liceu só feminino mas mto engraçado porque tínhamos os rapazes todos do D.João de Castro à nossa porta à hora de saída :) a qualidade do ensino, a disciplina (indisciplinada qb) as reitoras e professoras espectaculares não me lembro bem dos nomes mas havia uma óptima reitora (Maria?) Remédios, a Conceição Ruas alta que impunha respeito mas óptima professora, Joana Chitas, Rosário Ferro professora de Inglês que tinha mania que era fera! E depois aquele liceu lindo e imponente. Há sítios e salas de que me lembro como se tivesse sido ontem! Até de conversas que tive aqui e ali. Muito obrigada Filipa por esta recordação tão viva:)

  157. Bom dia Filipa
    Sabe quem são os actuais proprietários do Palácio?
    Obrigada.
    Cumprimentos, Rita

  158. Viva,
    Tal como os outros testemunhos também gostei imenso de rever os recantos do Rainha. Como é importante crescermos num espaço cheio de carácter e história que respira nas paredes! ao contrário de tantos pavilhões pré-fabricados, que eram temporários mas ficaram e que oferecemos hoje às crianças…
    Frequentei o Rainha de 79 a 84. Mantenho amigas até hoje, outras gostaria de rever, professores também, muito em particular o Prof. Fiens. Estes professores que nos marcaram dando o melhor de si merecem uma palavra agora que estão nos seus anos dourados. Rogério se for possível passar-me o contacto postal do professor agradecia. Tenho uma recordação para lhe enviar.
    Bem hajam
    Margarida Fernandes
    7º, 8º e 9º quarta turma
    10º e 11º primeira turma (Ciências)

  159. O Rainha D. Amélia foi o meu liceu entre 1988 e 1993. Além de amigos que ficaram para sempre comigo, conheci alguns dos professores que me iluminaram o caminho.
    Obrigada por este post :)
    Inês Dias

  160. Olá Filipa,eu sou a Dora Silva Gonçalves e frequentei o Liceu Rainha D.Amélia do 1º ao 7ºano ,entre 1967 e 1974.Sou médica.Por mero acaso deparei com “A Alfacinha” e devo confessar que estou comovidíssima com tudo aquilo que vi e li.Para além da Isabel Pais ,posteriormente Duarte Ferreira, que também é médica,não tive mais contactos com ninguém.Recordo a Ana Isabel,a Elsa Álvares,a Maria do Carmo,a Adelaide Gago da Silva,a Teresa Burnay, a minha grande amiga de vários anos que hoje é cidadã norte-americana,a Júlia Silva que hoje vive perto de San Diego e tantas outras….Recordo a querida Prof.ªRenée Pequito,a Prof.ªConceição Rua.a Prof.ª Madalena Canha,a Prof.a Julieta,a terrível empregada da Biblioteca que, quando eu e um grupinho de audazes lhe fomos pedir A Relíquia e O Crime do Padre Amaro nos respondeu que as meninas decentes não liam “poucas vergonhas”.Imaginem, mas estávamos noutra época,nos primeiros anos da década de 70.Um dia,estava na Urgência do Hospital de Cascais e observei uma senhora muito idosa com um porte distinto,que reconheci logo,era a Senhora Reitora- Dra.Marieta dos Remédios.Disse-lhe quem era e com “a lágrima no canto do olho” bastante emocionada mesmo, tratei-a com todo o carinho. A Sra.Dra.Marieta olhou-me e disse-me que eu estava com a mesma carinha e se tinha casado e se tinha filhos,respondi-lhe que sim.Acho que dei o meu contacto à funcionária que a acompanhava ,explicando quem era e disponibilizando-me para o que fosse necessário,mas nunca mais soube nada da minha (nossa)Reitora.Gostava muito de estar num encontro com ex-alunas e( também ex-alunos) da minha e de outras gerações,vamos pensar nisso? Hoje não consigo dizer mais nada,estou mesmo emocionada e feliz!Bem haja Filipa e muitas felicidades para todos os que frequentaram o meu querido Liceu e posteriormente Escola Secundária Rainha D.Amélia,que se tornou após o 25 de Abril,uma escola mista.

  161. Filipa,vou falar do seu Blog ,caso concorde à Isabel Pais Duarte Ferreira e a outra antiga colega, também médica, que é de um curso anterior ao meu, a Palmira Dias que é uma grande amiga.Não estou no Facebook.Mas podemos ficar em contacto através do Blog, por agora.Muito obrigada!
    Dora Gonçalves

  162. Devemos ter passado ao mesmo tempo naqueles corredores tão cheios de histórias. entrei em 1971 e saí em 1975, vivi cenas indiscritíveis, andei por zonas proibidas e fugi pela janela do laboratório de química, quando depois de 3 dias de greve o COPCON resolveu entrar lá. O pânico foi tão grande que com 3 colegas atirámo-nos da janela. Era chefe de turma e joguei voleil com a Madalena Canha como treinadora. Tenho fotos giras. Se forem para a frente com o blog eu partilho. Se for possível arranjar-me estas fotos, o meu mail é menapaz@gmail.com. Que viagem magnífica ao passado e a um local tão marcante. Hoje sou professora numa escola sem carisma. Estão a vir-me à memória milhões de recordações…obrigado a todos e todas. bjs duma Amelista

  163. Um amigo meu (de liceu claro!!!) enviou-me este link e, de facto, admito que é com nostalgia que vejo as fotos e releio isto! Fui aluno entre o 7º e o 12º ano (acabei em 97/98) e passei no RDA grandes momentos. Criei amizades que perduram e conheci professores que mudaram a minha vida (Prof. Fiens, esta é para si)! Planear a ida ao concerto dos Offspring com um dos meus melhores amigos na cantina. Fazer de Beatle numa das festas de final de ano… (ok, talvez não o meu momento mais feliz! :)
    Aquele sítio foi a minha casa durante muitos anos!

  164. também eu guardo daqueles sete anos em que frequentei o Rainha memórias inesqueciveis.
    no meu tempo também alguns espaços estavam interditos às alunas, mas a famosa escadaria em caracol foi palco de grandes trambulhões… quantas vezes as desci derrapando…
    naquele liceu vivi histórias em que a fantasia e a aventura se alimentavam de alguns daqueles recantos de mistério.
    Obrigada por partilhar estas memórias e com elas permitir que eu reviva as minhas.
    Maria Teresa Abreu

  165. OLHÓ FARRAPAAAAAAAAAA…
    Fui da turma do teu irmão …
    Meu Deus…que Saudades desses anos!!!!

  166. Eduardooooooooooooo….e eu mesmo à tua frente!!! Já não me lembrava desse episódio!!!
    Não há por aqui mais ninguem da nossa turma????

  167. Olá Paulo!!! Foi no primeiro ano em que houve exames nacionais e como os resultados eram desastrosos, especialemente a matemática, para não haver 90% de chumbos e assumirem o fracasso, resolveram dar mais 2 valores a toda a gente e em todas as disciplinas. Eu fui uma das felizes contempladas com alguns 22 na pauta ;)

  168. Ola, Maria Joao.
    So agora vi que escreveste, Muito obrigada pelas tuas palavras. Eu depois do Instituto Superior Tecnico, vim para os Estados Unidos com uma bolsa da Fullbright e ca fiquei… Como resultado, tenho relativamente poucos contactos com os meus amigos dos tempos do liceu. Nunca mais soube do Vasco… Foi gracas ao Facebook que tenho vindo a reatar algumas amizades, o que me da imenso prazer.
    Um abraco para ti e outro para o Vasco. Ate sempre, Isabel Sanmarful Gloege

  169. Pois é, Isabel, como o mundo é pequeno… eu nem fazia ideia que tinhas que ver com a Carmen!!! O Vasco está bem (não sei se sabes, no 2º casamento) e continua ainda
    a trabalhar na empresa da reconversão de pneus, mas já pediu a reforma… Nunca mais vieste a Portugal? Olha que ele gostaria de te ver!!! Vou dar-lhe notícias tuas.
    Um abraço
    Maria João Pampulim

  170. Margarida, tenho o projecto de tentar compilar todas as memrias deixadas aqui nos comentrios num novo post. Tentar organizar os pequenos pormenores aqui partilhados cronologicamente. :)

  171. Isabel, a professora Pinta Careca de que falas era a Rosa Catalão e o professor de filosofia era o Zé Miguel, que parecia o Jesus Cristo. Outros professores: Franquelim Tinoco, também de filosofia, Neusa (baixinha, gordinha, de poncho verde e preto e com os olhos estrábicos),a professora Onémia, de inglês, sempre com os dentes pintados de batom e a Noémia, de matemática, que tinha casado duas vezes co o mesmo marido. E havia, ainda, a professora de geografia, já velhota, que não conseguia aguentar-nos e que não dava matéria porque nós não deixávamos. Lembro-me de jogar ao pião, no fundo da sala 5R (logo à direita de quem entra, no rés-do-chão).
    As bolas de Berlim custavam 3 escudos, em 1975 e eram (pareciam! maravilhosas. Bons tempos!
    Frequentei o liceu entre 1973 e 1978 e era da turma 2B.
    Carmo Leal

  172. Olá Isabel! Entramos para o liceu no mesmo ano. Será que te lembras de mim? Eu lembro-me bem de seres uma ótima aluna, do quadro de honra, e chefe de turma. Um beijinho

  173. Estou toda arrepiada!

    Frequentei o “D. Amélia” de 1964 a 1971. Lembro-me perfeitamente do tremor de terra em 69 e da presença dos bombeiros nas escadas de acesso à sala de geografia. Com o telhado a meter água e uma racha ou outra nas paredes, mas as aulas continuaram.

    Do 1º ao 5º ano mudei de sala todos os anos . Alguém se lembra da sala do “carro eléctrico”?
    Fiz o 6º e o7º na sala que ficava por cima da cozinha. Tinha uma escadaria que dava directamente para o pátio e fiz alguns dos exames na Sala do Fogão (a minha sala favorita)

    A Dra Marieta dos Remédios era a Reitora (se todos os professores fossem como ela, não havia maus alunos). Na festa de finalistas, em vez do baile, que até então era tradicional, decidimos fazer uma sátira ao Festival da Eurovisão. Como os fundos financeiros eram poucos e os adereços escassos, a Professora Marieta emprestou um dos seus lindos Saris à Luisa Reinaldo, que fez o papel de apresentadora do Festival. Outras alunas parte do elenco; Elizabete de Sousa, Ana Sobrinho, Cristina Oliveira, Dolores, Teresa Pisabarro e eu.

    A Professora Madalena Canha ajudou-nos com os arranjos musicais e tocando guitarra. Não só era uma exímia jogadora de voleibol e excelente professora de Educação Física, mas também tinha um dom para a música.
    A festa foi um sucesso e como nos tínhamos portado muito bem, fomos autorizadas a ir até Ceuta na viagem de finalistas. Fomos acompanhadas por 3 professoras mas só me lembro do nome de duas; Conceição Rua e Dra Jorgete (professora de Latim).

    Que belos tempos!

    Na altura não me apercebia, mas hoje penso que todos os que passaram por aqueles velhos corredores, cheios de histórias e tradição (tanto alunos como professores) absorveram a magia daquele edifício. É por isso que ficamos com a “lágrima no olho” ao ler estas recordações.

    Foram os melhores anos da minha vida.

    Obrigada Filipa!

    Maria Bone (neé Nana Veiga)

  174. Dora, o primeiro almoço (mega almoço) de ex-alunas do nosso D. Amélia vai realizar-se no dia 08 de Março de 2014, na zona EXPO. Liga-te ao Facebook Antigas alunas do Liceu Raínha D. Amélia. Um abraço.

  175. Adorei ver estas fotos. Frequentei na década de 70 ( 72 a 77 ) e adorei. A dor é mesmo quando hoje passo na Junqueira e vejo o estado de degradação do espaço . Tenho 3 manas, cunhadas, primas, amigas, todas passaram por aí. Que o lugar tinha magia tinha, e se calhar ainda tem.

  176. Olá Isabel. Fomos contemporâneas e lembro.me muito bem desse dia. Estava nessa altura no 3º ano, 5ª Turma e tinha aulasno segundo andar. Nesse dia, após uma réplica saimos da sala e mal acabei de me levantar caiu um tijolo emorme do tecto. Se estivesse sentada não etava agora aqui sentada a escrever.
    Mas tenho muitas saudades daquela nossa velha casa.

  177. Olá!
    Já tive a oportunidade de me apresentar, não como ex-aluno do antigo liceu D. Leonor, porque sou homem e aquele estabelecimento era só feminino.
    Na década de sessenta eu frequentei o liceu D. João de Castro, onde acabei o 7º ano de então, no alto de Sto Amaro, não muito longe, portanto, do liceu D. Leonor mais tarde chamado de D. Amélia.
    Nessa altura conheci uma ex-aluna do D. Leonor (ou D. Amélia), no trajeto que fazíamos após as aulas. Ela chamava-se LEONOR BACELAR VALENTE, subia a rua Conde da Ribeira em direção a casa, no rio seco (perto da rua aliança operária), e eu em sentido inverso, descia essa rua para a antiga FIL onde apanhava um autocarro, na avenida da Índia, para regressar a minha casa. Gostaria imenso de saber se alguém a conheceu. Qualquer informação sobre o assunto é MUITO IMPORTANTE para mim.
    Obrigado.
    João António Ferreira

  178. Também gostei muito de ver as fotografias e relembrar tempos passados de uma ingénua frescura. E de ter conhecido a Luísa no Liceu!
    Filipa, poderia enviar-me as fotografias que tem? Muito obrigada.

  179. Também eu entrei para o liceu Rainha D. Amélia nesse ano. Era então chamado “O poço das víboras” porque tinha algumas professoras “terríveis” como a prof de Ciências. Mas posso dizer que fui feliz, fiz amigas fantásticas com quem ainda hoje falo. No 7º ano (1963 salvo erro) a nossa turma foi responsável pela primeira festa com rapazes e raparigas (!!!) – um arraial com os Sheik’s, banda da moda na altura que foi lá tocar de borla. A reitora era uma querida e gostava de nós e confiou em nós permitindo algo que era totalmente proibido, pois do 1º ano do ciclo ao 7º ano os liceus portugueses eram ou femininos ou masculinos, e festas de dança eram impensáveis! Que coisa dificil de entender hoje! Com o que se apurou no arraial fomos a Paris com a Prof de Literatura, que era uma excelente professora e companheira. Também isso foi uma inovação, e devemos ter sido a primeira turma do 7º ano a sair de Portugal para festejar o fim do liceu. Foi uma viagem inesquecível: de comboio, tivemos que “lutar” pelos nossos assentos com os imigrantes que no dia da partida, áquela hora da manhã, já enchiam Santa Apolónia. Nada era fácil no nosso tempo mas hoje tenho a certeza que é a dificuldade que forma e ajuda a crescer.

  180. Boa tarde! Continuo a aguardar resposta a um e-mail que vos enviei em relação à possibilidade de terem conhecido uma colega vossa , a Leonor Bacelar Valente, que frequentou o D. Amélia (D.Leonor???) em meados da década de 60. Obrigado. João António Ferreira

  181. Afinal no “poço das víboras” havia professoras muito para a frente, que permitiram inovar! :)
    Obrigada pelo comentário!

  182. Olga, não sei se me lembro de ti, duma turma de 75 ou 76 (nessa turma tive duas amigas que eram inseparáveis, uma delas era a Clara e a outra, acho que se chamava Olga, mas n tenho a certeza… tinha cabelos loiros e olhos azuis…
    Também não me lembro da maioria das colegas que faziam parte da minha turma do 3ºAno (que equivale agora ao 7º), em 74,, na secção, em Belém. Tal como tu também passei para o palácio em 75; tive essa professora de História, Isaura, a quem chamávamos (atrevo-me a dizê-lo) “calhau pré-histórico”, mas era uma senhora com muita paciência para aturar uma turma terrivel como a nossa. Passámos muitos intervalos sem sair da sala de aula porque ´ficávamos de castigo, a turma inteira!
    Lembro-me também da professora de Fisico-quimica, Fernanda Durão, a única com quem nós não saiamos da linha! As professoras de trabalhos manuais, cujo nome n me lembro, e a quem nós faziamos a cabeça em água com brincadeiras e certas atitudes. Mas éramos uma turma super unida e tinhamos uma espécie de lider, a colega Teresa Paixão, que fazia questão que lhe chamássemos “turra” (gostava imenso que ela por aqui passasse, assim como a Sofia e mais 2 ou três colegas de que já não lembro o nome). Nessa altura usavamos umas batas azuis claras de mangas compridas, quer fosse verão ou inverno, e a Teresa, um dia, apareceu nas aulas com as mangas da bata cortadas; foi um escândalo! e nós só nos riamos. Foi nesse ano e nessa turma que conheci a minha maior amiga, a Isabel Martins, com quem mantive sempre contacto muito chegado e considero como uma verdadeira irmã. Desse tempo só tenho o contacto dela e da Fernanda Simões com quem continuei a conviver depois de sair do liceu.
    Lembro-me das RGAs, com as suas votações, cá em baixo no “salão” (já no palácio), onde havia mesas de ping-pong e para onde eu corria mal acabava de tocar pra saida, pois adorava jogar e tinha a vantagem de ter aulas numa sala ali mesmo ao lado. Isso foi em 75 /76.
    Lembro-me das aulas de ciências, a dissecar rãs, nesta sala que vi aqui nas fotos (senti saudade ao ver ali o lugar onde me sentava ).
    Lembro-me do ano em que o liceu começou a ser misto ( em 76? n me lembro bem). Nesse ano, um dia, chegou aos nossos ouvidos que “um rapaz” se tinha matriculado no “nosso” liceu e todas começámos a correr o palácio de uma ponta à outra para o vermos!!! Antes disso, nós viamos os rapazes das outras escolas masculinas da zona´, que vinham para a porta do liceu e aí se amontoavam, à hora da saida e nos intervalos…
    Como foram divertidos esses tempos!.
    Se alguém desse tempo e dessas turmas ler isto, gostava que me contactasse.

    Obrigada por todas estas fotos que me lembraram tempos tão felizes!

  183. Também fui aluna desde inesquecível liceu, mas…já há muitos anos entrei em 1948, reprovei o 3º ano e fiquei lá até ao 5º ano, era o tempo das batas de um cinzento azulado, com o feitio consoante o ano, fui aluna de excelentes professoras das quais me recordo ainda a cara e de algumas mesmo o nome, a Dra Alice de Albuquerque, professora de Francês, a Dra Ilda excelente professora de Português, a Dra Maria José Serrão de…(não me recordo), Dra Vitória de Física – Química, a Senhora Reitora era Dra Angelina Macedo, natural dos Açores e a Professora Idalina, de Lavoures, também a Dra Cândida Rosas de Geografia. Fui colega de turma da escritora Maria Luísa Duclas Soares e ainda lá andem na altura em que também era aluna a actriz Lurdes Norberto. Estava lá na altura em que casou na capela do Palácio a toureira Conchita Citron, foi para nós um dia de festa pelo aparato, pela novidade. Recordações!!
    Foi um tempo maravilhoso, apesar de por vezes termos os baldes no meio das salas para apanhar a chuva que caia, às vezes até abríamos o chapéu de chuva. Durante esse tempo sempre fui mais conhecida pelo meu apelido Cravo Branco por ser mais invulgar. Por vezes comia no refeitório nas antigas cavalariças o que por si já era uma paródia..
    Bons tempos.
    Só hoje tive conhecimento desta página, mas quero agradecer do fundo do coração,à Filipa
    pela alegria que me deu. Um beijinho com muito carinho.

  184. Que bom ler todos estes testemunhos.Estive no almoço das antigas alunas do RDA,e adorei.Frequentei o liceu de 65 a 73.Foram anos maravilhosos.Qt. às fotos …..lindissimas. Obrigada Filipa .Excelente trabalho.

  185. Olá!
    Por acaso conheceu uma colega chamada LEONOR BACELAR VALENTE que frequentou O RDA nessas altura?

  186. Estou encantada, desde o inacio que nao consegui deixar de sorrir ao deixar de recordar. andei no rainha de 91 a 99 (7º ao 12ª ano). Anos fantasticos, onde conheci pessoas e amigos para a vida, e professores que me marcaram para sempre… é com enorme alegria que revi estas fotos e os locais onde fuii tão feliz…
    Pode-me enviar as fotos por mail anapatriciaandrade1979@gmail.com

  187. Que blogue fantástico! Muitos parabéns! Andei no Rainha desde 72 a 77 e foram anos inesquecíveis. Até hoje mantenho fortes amizades com algumas colegas e pelo grupo do facebook das antigas alunas reencontrei muitas colegas. Na altura o meu apelido era Pacheco Pereira. Alguém sabe da Ana Margarida Patrício? Tinha uma irmã mais velha que também andava no Rainha e se chama Inês.
    Pode enviar-me as fotos por mail para dulcepmartins@gmail.com?
    O meu sincero obrigada por me fazer reviver tempos maravilhosos!

  188. que giro… eu cheguei a ir ao Rainha umas 2 ou 3 vezes.. todos os meus irmãos lá andaram e de facto, todos eles contam historias giríssimas dos tempos que lá passaram. infelizmente quando chegou a minha vez de ir para o Rainha, já tinha sido mudado para a rua Jau.. no entanto, apesar de não ser no palácio adorei os meus 7 anos lá..

  189. É a segunda vez que venho a este blog. Devo ser das alunas mais antigas porque entrei no Rainha logo em 1947, tenho uma sobrinha que andou lá 10 anos depois, conversamos muito as duas e gostaríamos de ter possibilidades de ter contacto com outras alunas, eventualmente se houvesse um almoço, um jantar, um encontro, sei lá. Não percebo muito destas coisas de internet, mas tenho um desejo imenso de colaborar, também tenho algumas fotos e tenho também um pequeno quadro bordado ainda para uma exposição da Mocidade Portuguesa. Eram outros tempos, já lá vão 67 anos. Mesmo grande parte das fotos que a Filipa põe no seu artigo mostram a modificação que as salas do meu tempo sofreram para melhor naturalmente. Um abraço grande para todos os alunos daquele espaço maravilhoso.

  190. Olá Maria Emília!
    Eu, como já disse anteriormente, entrei para o liceu em 1957 e saí em 1964. Assim entrei com a sua sobrinha, eu entrei para a 1ª turma. E ela?
    Eu ainda tenho uma cabeça de um chinês que fiz para uma exposição de Artes Plásticass da Mocidade.
    Vá dando notícias.
    Um abraço

  191. Olá Cármen, sou a Lucília Fernandes Branco (Araújo Alves), sou sobrinha da Maria Emília Cravo Branco que por acaso está aqui em minha casa a passar uns dias no Alentejo, actualmente moro em Vila de Frades-Vidigueira. Entrei para o Liceu em 1957/58 andei até ao 3ºano, depois fui para Angola , cidade do Luso (Colégio de S. Bento) e regressei novamente para fazer o 6º e 7º em 1963/64 e 1964/65, sinceramente não me lembro do numero da turma mas até estive a recordar umas fotografias , daquelas da turma inteira c as professoras e não me lembro de si.- no entanto de certezas que pelo menos nos cruzamos varias vezes nos corredores, vou-lhe mencionar alguns nomes que talvez lhe digam alguma coisa Elsa Figueira andou comigo desde o 1º ano e depois novamente no 6º e 7ºMaria Clotilde Cardoso também andou comigo no 1ª e depois novamente 6 e 7, Maria Margarida (6,7) Hortense (6 e7) Benedita (6 e7) estas fazíamos todas parte do mesmo grupo, A n/ viagem de finalistas foi a Madrid e ficamos no Hotel Continental situado nas Puertas del Sol foi uma viagem inesquecível. Agradecemos imenso este blogue , que eu não conhecia pois não sou muito dada a estas novas tecnologias, limito-me a ver o meu mail e vou ficando por ai mas a minha tia nestes dias de férias abriu-me os olhos para esta maravilha e nem imaginam o que tem sido recordar os n/ bons tempos passados naquele bom e querido Liceu, Aquela famosa escadaria faz-me recordar um bom dum trambolhão que andei algum tempo aflita dum pé que até tive que passar pelo endireita.

  192. Também eu segui esse percurso. 5º no D.Leonor e 6º e 7º de germânicas, no D. João
    de Castro. Mas sou ainda mais velhota. Sou do tempo dos irmãos Cravinho.

  193. Também eu sou desse tempo, e recordo todos esses nomes, mas o meu prof. de Física era o prof. que nos ensinava o sistema de vasos comunicantes, num alguidar, puxando de vez em quando pelo lenço e abrindo a boca saía o que calculam bem arrancado dos pulmões. Os da primeira fila estavam sempre com receio de serem salpicados. O de Português era o Padre Gradil que se entretinha a limpar o nariz, o de História era o Padre Pinto Carocha, o prof. de Inglês era o Prof. Belo que bebia um remédio… de um frasco, que trazia no bolso, porque ao que parece era doente. Uma vez zangou-se com um aluno o Gutierres deu-lhe uma bofetada, partindo-lhe os óculos, que ficaram pendurados nas orelhas. Mais tarde tivémos a Dra Iber Flor, que nos ofereceu um livro que ainda hoje tenho “Three Men in a Boat”. Houve um aluno de que não me recordo o nome, que há não muito tempo foi Ministro, era colega de carteira do “banana”. a Lurdes Norberto foi minha colega de turma e interrompeu os estudos para ir fazer o filme “O Homem do Ribatejo”, com o Vergílio Teixeira. A Tomásia, que a Fernanda Branco refere, também foi minha colega de turma, nunca soube desses almoços, mas é natural pois casei e fui para Angola, regressando em 1967.Como reitores, tive o Dr. Martins Sequeira – nariz de torneira – a Dra, que a colega acima cita, cuja filha era nossa colega, e ainda tive a Dra. Marieta dos Remédios Também assisti ao casamento da Conchita, e nessa capela fiz a minha primeira comunhão ensinada pela Prof. Barbara de Religião e Moral. A Dra. Ilda de quem sempre me lembro pela maneira encantadora como nos ensinava os Lusíadas, apesar da grande deficiência física que tinha. O Prof. Oliveira de Ciências – o Oliveirinha – a Dª Alice Porto de Canto Coral, O Prof. Beja, de Matemática, que nos emendava sempre que dizíamos a gente. Menina/o, agente só na polícia. A Professora Idalina de Lavores, que expulsou uma aluna, porque ela foi menos correta, e que nós escondemos no saguão da aula, durante os 6 dias da expulsão, sem ninguém dar por ela, A Prof. de Ginástica que nos dava aulas no terraço, vestida com um casaco de peles e um chapéu lindo toucado com rosas e de cujos exercícios só me lembro: posição boa e esticávamos o peito, posição má, e encolhíamos o peito… Isto tudo no 3º ano, porque dos seguintes há mais recordações. A turma já era mista. 6º e 7º de Germânicas já foi no D. João de Castro no Alto de Santo Amaro. Fomos inaugura-lo. Aí me desloquei há pouco tempo, para comprar um livro sobre a história do Liceu D. João de Castro, que considero muito interessante pelas lembranças desses tempos e onde são referidos nomes de professores e de alunos de várias épocas. Também a Associação dos Antigos Alunos, faz almoços anuais e sardinhadas. Para quem tem Face Book é só procurar; AAALDJC.
    Obrigada Filipa por nos dar esta linda oportunidade. Bji da que se não é a mais velhota, por lá deve andar.

  194. Olá Lucilia!
    Desses nomes citados só me lembro da Elsa Figueira mas, penso que não foi do 1o ano. Agora por ter falado em certos nomes, parece que me são familiares.
    Eu já pus, umas fotos de turma, no FB das Antigas Alunas do Liceu Rainha D. Amélia.
    Também tenho inúmeras histórias desse nosso querido liceu! Eu era muito mal comportada….
    Até breve Lucilia. Gostei de saber que é do meu ano! Neste almoço que houve, eu era a mais antiga…. Quando houver um próximo almoço, vamo-nos encontrar, está bem?

  195. Olá Carmem aqui estou novamente,! Claro que estarei no próximo almoço e não seremos das mais antigas porque a minha tia que entrou 10 anos antes de nos tambem esta todo entusiasmada  com a hipótese dum almoço para recordarmos os bons anos passados naquele Liceu. Eu por acaso estava lá a fazer o setimo ano quando foi a celebre mudança para Rainha DªAmélia. Gostaria imenso de encontrar mais pessoas daquele tempo… Um tempo que nos traz tantas saudades e tao boas recordaçoes.Sabe eu que até nem ligo muito a estas novas tecnologias agora ando sempre a ver se encontro alguém conhecido. Até à próxima. A Filipa de facto fez um trabalho extraordinário ao criar este “blogue” e eu estou-lhe imensamente agradecida.

    Quoting A Alfacinha : > > Carmen Sanmarful commented: “Olá Lucilia! Desses nomes citados só me > lembro da Elsa Figueira mas, penso que não foi do 1o ano. Agora por > ter falado em certos nomes, parece que me são familiares. Eu já pus, > umas fotos de turma, no FB das Antigas Alunas do Liceu Rainha D. Amél” > > > > > > >

  196. É engraçado, lembro-me da prof. de Canto Coral e do penteado que ela usava , as aulas eram na cave, eu nunca cantei nada, a minha voz só dava para falar alto, para cantar desafinava tudo, era uma anedota, mas lembro-me daquele dia em que nevou em Lisboa, estávamos na aula de canto coral, as janelas eram perto do telhado, portanto do lado de fora eram junto ao chão do pátio de recreio, como eu não cantava distraia-me a controlar as redondezas, portanto fui a primeira a perceber o que se estava a passar e….foi uma “revolução” como a entrada da sala era quase em frente daquela imponente porta de entrada fomos as primeiras a chegar à rua, coitada da empregada que não nos conseguia parar.
    Obrigada Arlete, logo que possível hei-de ir ao D. João de Castro porque também lá andei uns tempos e quero comprar o livro.

  197. Eu entrei em 1945, portanto devemos ter-nos cruzado por lá. O penteado da Prof de Canto Coral era o que se chamava, na altura, por ser usado pelas raparigas na Segunda Guerra Mundial, penteado à refugiada. As minhas aulas de Canto Coral eram no 1º andar, à esquerda de quem subia as escadas, e davam para a rua. Eu era afinadinha, mas só dava para 2ª voz, Os agudos não eram comigo…….

    Entrei na Junqueira no D.João de Castro, que era na altura uma Secção do Pedro Nunes, passando depois a Raínha Dª Leonor onde ainda andei. Isto que digo está averbado na minha Caderneta Escolar. Quando passou a Dª Amélia, já eu tinha ido para o D. João, no Alto de Santo Amaro.

    Era interessante, como uma aluna acima sugere, um encontro de gerações.

    Um abraço

  198. Olá! Uma noite de insónia fez-me regressar às recordações do passado e dei por mim a navegar na net em busca de nomes. Acho que conheci a Madalena, mas eu era de outra turma. Sou Fernanda Mota Alves. Fui aluna de 61 a 68, e recordo-me de imensas coisas com muita nitidez. Lembro-me da Marieta dos Remédios como excelente directora. Fui aluna da Julieta Neves, da Conceição Ruas, da Fernanda Garcia Lopes ( ou Lopes Garcia?), da Henriqueta Viana e da Manuela Palma Carlos, que me deixou memória indelével. Na portaria tínhamos nessa altura a menina Maria e também a menina Cândida. Fui colega de turma das manas Ventura, da Isabel Pereira da Costa, da Luísa Faria, da Teresa Lemos, da Isabel Neves, da Ana Paula Atanásio, da Dionísia, da Marília Delgado, da Isabel Cadete, da Gina, que foi para a faculdade de Direito.
    Também explorei os recantos do sótão e recordo-me dum espaço que parecia ter sido um pequeno apartamento onde estava um piano muito antigo, que já não tinha som.
    A professora de Canto Coral chamava-se Alice e fazia-nos cantar uma coisa que começava assim: “progredir na senda do saber…”
    E ainda: estive nessa festa com os Sheiks! Deve ter sido em 67. Em 68 fomos a Sevilha numa excursão de finalistas.
    Acho que o que vim a ser depois está profundamente ligado aos anos de aprendizagem naquela casa mágica.
    Fico contente por saber que posso partilhar recordações. Há uma página no FB dedicada ao nosso liceu. Talvez valesse a pena usá-la mais!

  199. Bom dia D. Fernanda!
    Como frequentou o Liceu D Amélia de 1961 a 1968, deve ter conhecido uma colega que se chamava Leonor Bacelar Valente. A Leonor morava na rua D. João de Castro, no Rio Seco (relativamente perto do Liceu de D. João de Castro, onde eu estudava na altura).. Deixou de ser aluna do D. Amélia (não sei se ainda D. Leonor) porque em 1966 (???) foi viver para o alentejo. Por acaso conheceu-a?
    Obrigado.

  200. Bem gostaria de o ajudar, mas não me recordo de ter uma colega com esse nome. Talvez fosse de outra turma… Eu estive até ao 5º ano na primeira turma, no 6º e 7º era da turma de Germânicas, e dali fui para a faculdade de letras. Talvez a tenha conhecido de vista, mas não me recordo dela.
    Boa sorte para a sua busca!

  201. Filipa
    Recebi um pedido no FB de uma Filipa Mendes. Não conheço quem é, será você? É que desapareceu do meu FB o pedido. Agradecia me respondesse e mais uma vez obrigada pelo seu blog. Um abraço

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